Quinta-feira, Julho 03, 2008
Fofueca, habladuría - Barbra Streisand se cambia de camiseta
Parecía tenerlo muy claro Barbra Streisand cuando en noviembre del año pasado dio su apoyo incondicional a la campaña de la candidata demócrata Hillary Clinton. Sin embargo, ahora que ha quedado en el camino, la actriz, cantante y directora ha olvidado su lealtad hacia la mujer del ex presidente y se la ha entregado a su antiguo contendor, Barack Obama. "Barack ha despertado en muchos de nosotros la noción de que otra vez podemos tener esperanza", ha dicho la actriz en su website. A su antigua favorita ni la nombró. AP - El País.Prós & Contras
Zuzo bein? Foto sem crédito.
Conforme esperado, duas de minhas crônicas acerca da Lei Seca para os motoristas ao volante causaram uma saudável polêmica. Tanto no Mural dos leitores no sítio deste jornal (www. parana-online.com.br), quanto no meu endereço eletrônico, foram muitas as mensagens recebidas. Como nossa longa estrada não tem mão única, seguem abaixo algumas das manifestações.
Dante você está errado ou esta bebado.
Dante você está errado ou esta bebado.
O alcool é responsável por mais de 70% das mortes de trânsito, só não é falado porque o diagnósticos dos defuntos defumados é traumatismo craniano, hemorragia interna, etc. (...) quantos acidentes você já viu ou ouviu que os motoristas estavam bebados? Outra coisa quem toma apenas uma dose de uísque ou duas latinhas de cerveja? Pare de achar que esta lei e dura demais ela é demais de coerente. Você tem idéia da maior causa de violência doméstica no nosso país, é isso a cachaça, você sabe que a iniciação em beber alcool esta acontecendo aos jovens com 11 ou 12 anos, quem quer beber, beba, mas pague um taxi, isso vai melhorar a economia, pois o taxista ganhara mais e gastara mais. Eu sou a favor de se criar um vacuo de 5 anos de lei totalmente seca sem bebida nenhuma, no final deste 5 anos haverá uma diminuição de dependência química, tráfico de drogas e violencia de mais 70%. Espero que passe sua ressaca e ache que ha um enorme bom senso nesta lei. (Fábio José Chanes, de São Roque, SP)
(No original, além dos erros gramaticais, o texto do senhor Chanes veio todo em letras maiúsculas. Interessante observar: quando o missivista está irado, com raiva e ódio, transparece os distúrbios escrevendo dessa forma. Como se estivesse gritando.)
(No original, além dos erros gramaticais, o texto do senhor Chanes veio todo em letras maiúsculas. Interessante observar: quando o missivista está irado, com raiva e ódio, transparece os distúrbios escrevendo dessa forma. Como se estivesse gritando.)
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Me arrepia de ler uma opinião dessa num jornal como esse. Quantas mortes acontecem por causa da combinação álcool+volante? Qual o valor de uma vida? Se alguém quer beber, que vá preparado para isso. O senhor Dante Mendonça, talvez saiba quando parar de beber para dirigir depois, mas muitos motoristas não sabem. Enfim, não adianta eu expressar minha opinião aqui. Mas infelizmente fico revoltado com um escrevendo porcarias num jornal de grande circulação como este. (Vitor Tavares)
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Caro Dante. Fiz uma análise de acordo com o comentário de jovens, no meu bairro: “Ué, se não dá para beber, vamos fumar unzinho”. Então a migração dos hábitos. (Eyrimar Bortot, professor em Curitiba)
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Cara, muito dez o que você escreveu. E olha que eu não bebo nada de álcool, mas essa lei com certeza é uma comédia. Nossos nobres deputados poderiam também fazer a lei da tolerância zero contra a corrupção, seria de melhor valia para nosso País. Parabéns, Dante. (Sandro Oliveira)
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Num país em que um grande contingente populacional é irresponsável, essa lei veio em boa hora. Chega de matanças em nossas estradas e rodovias. (Cláudio Lima)
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Sem comentários: excelente. Comentei em casa: seria uma grande reportagem (Veja, Época, Isto É), filmar quem foi favorável a esta lei, após um almoço no final de semana. Não tem graça almoçar em Santa Felicidade sem tomar meia jarra de vinho (dividido com a patroa). Poderia até ser preso. Que absurdo, mas... (Sérgio Bonatto Cardozo)
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Caro Dante, realmente nosso país nunca foi sóbrio, pois nós brasileiros, estamos enfarados de tantos porres que nos dão, através de impostos absurdos, legislações relâmpagos, descaso com a saúde e educação da população, desrespeito e indiferença, sem contar é claro com a justiça injusta que temos à nossa disposição. Político ladrão e corrupto é julgado por pizza e brasileiro necessitado, sem oportunidades, que muitas vezes rouba para poder dar de comer à família, é julgado num tribunal e sentenciado a ser empilhado na cela de uma penitenciária. (Roberto)
Dante Mendonça [03/07/2008]O Estado do Paraná.
TCU contesta valor de indenizações concedidas a Ziraldo, Jaguar e Lamarca
Ziraldo - Foto sem crédito.
O procurador-adjunto do Tribunal de Contas da União (TCU), Marinus Marsico, entrou com uma representação pedindo que o tribunal reveja as indenizações milionárias pagas pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça a personalidades públicas como Jaguar, Ziraldo e Lamarca.
Essas indenizações, pagas em prestações mensais, permanentes e continuadas, serviriam para reparar perdas por perseguição política durante a ditadura. O procurador entende que há falhas graves nos processos da viúva do capitão Carlos Lamarca e dos jornalistas Ziraldo e Jaguar. Para ele, os benefícios à viúva de Lamarca, Maria Pavan Lamarca, e seus dois filhos deveriam ser reduzidos. Eles receberam R$ 300 mil como compensação pelos dez anos do exílio em Cuba e pagamento retroativo de R$ 902.715,97 relativo a salários não recebidos. Além disso, a morte de Lamarca em 1971 - quando foi promovido de capitão para coronel - deu à viúva o direito a pensão de R$ 12.152,61, equivalente à de general de divisão.
Se a representação for acolhida, das 24.560 indenizações já concedidas pela comissão, cerca de 90%, que são benefícios mensais, poderão ser revisadas. Para pagar essas indenizações, o governo gastou R$ 2,4 bilhões com retroativos, R$ 124,8 milhões com pagamentos em parcela única e R$ 377,8 milhões por ano com benefícios mensais continuados - que passarão a ser recebidos por filhos e dependentes quando os atuais titulares morrerem. Desde a criação da Comissão de Anistia, foram abertos 60,3 mil processos de reparação de danos por perseguição política.
Quarta-feira, Julho 02, 2008
Foto sem crédito.
Escreva sobre isso daí! Disseram. Escreva, oras. Eu disse nada. Me esquisitei na hora. Não gosto que me digam o sobre o que quem. Tem uma coisa da voz e junto com a expressão do que vai dizer que às vezes me dá tristeza sim. Ausências de convicções de si mesmo e de mim é que me desenfelizam. De minha parte - a que olha - só posso e faço é olhar. Porque, em não querendo, vejo. A não vontade natural dramatizando um ser que não é nem longe nem perto o para o que nasceu. Olho e recua pra mim esse julgar direto sem palavras. Se estar aqui nesse assim é porque não que quis, mas obrigou-se em caminhos para o que acha melhor de ser. As sem simplicidades. Daninhas donosas nas fímbrias do tempodia. Aqueles pequenos vícios do não cumprir. Contrariando por uma manobra avessa o que de si não é veraz e certo querer. Mas constata-se o oposto do que é pra ser um ensino. Constata-se o engulho. O corpo jogando fora em culpa. Não fez? Não cumpriu? Então é que tenha falhado. O tempo no direito de fisgar a expressão feia da culpa. O traço torto do não saber ser. Arremedo de gesto alheio em si próprio ele estando. Erros de uns, erros de todos. Os entre parentes do erro. Normativa função do se eu não fui, será feliz à força o que de mim vingar. Não vige a tal própria lei. Erra que eu vi. Com os olhos que a terra, em sendo só terra e fazendo o que é de si fazer, come-se o que há de comer. O papel na mão. Errado todo era não nunca aprender a ler por obrigação. Por inclusão. Por medonha mão que aponta pro canto o que não é canto cartilhado. Agora é que completando-se a função despertensida, perpetuo a instância. E quanto a mim, desobedeço-me. Assionara Souza.
Anote na agenda!
Grande Solda, o filme é baseado no meu livro homônimo. Estréia no circuito em Sampa, mas já desfalcado. O grande Mário, principal nome do elenco, não esperou para ver o filme pronto. Assim como ele, Paulão Friebe partiu antes do primeiro fotograma ser exibido. Quem quiser ver o talento dos dois, mais os de Enéas Lour, Mauro Zanata, Zeca Cenovic, Claudete Pereira Jorge e muitos outros atores paranaenses, esta é a oportunidade. Ernani Buchmann. Dia 4 de julho, sexta-feira, às 23;45 no Reserva Cultural - Avenida Paulista, 900. São Paulo



































































