Sexta-feira, Novembro 30, 2007

Quinta-feira, Novembro 29, 2007

Mário!

Amigos: segurem a barra para o Mário Schoemberger. Daqui de Teresina, mando meu abraço gigantesco ao grande amigo. Solda.

Terça-feira, Novembro 27, 2007

Preparem-se!

Vem aí o Bazar do ACT, edição 2007. Ouiés!

Álbum

Deus nos livre! Foto sem crédito.

Uaus!

Relôu, crazy people! Estou em Teresina, sob um calor de 40 graus à sombra. Agüentem aí, que logo a nossa pocilga eletrônica estará de volta, com muitas facécias, pilhérias e chistes. Solda, do Piauí. Aí, Luiz Melo, deu tudo certo com o material do bazar? Abraços em geral. He! He He! Desligando, câmbio.
amor perverso
bateu o fone
no melhor verso
albert piauí

Domingo, Novembro 25, 2007

Charge de Benett.
Fernandes, o moço de Avaré, - Diário do ABC.

Miss Fusquinha

Foto sem crédito.

Luiz Melo - 50 anos

Desempenho excepcional: show de Glauco Sölter, Endrigo Bettega, Mario Conde e Jorginho do Trumpete. Uebas e Ouiés! Foto de Kraw Penas.

Êpas!

Foto sem crédito, craro, cróvis!

Quem faz essas fotos?

Figuras de Curitiba

Ouiés!

Cruelritiba, da maratona

Foto de Lina Faria.

Quem faz essas fotos?

Uebas!

Cartunalha

Chargistas alcoólatras sempre acabam
na chargeta. Foto sem crédito.

Quem faz essas fotos?

Seca no Piauí

Foto de Flávio Florido.

Meu tipo inesquecivel

Sérgio Mercer, na foto dançando com Leila Pugnaloni, na festa do seu 1º cinqüentenário. Jaime Lechinski, ansioso, olha o relógio. Foto de Lina Faria.

Cada um se vira como pode

Foto sem crédito.

Ibrahim Suelda - Momento Caras - Lejambre

Eliane Berger, Gilda Elisa, Iara Sarmento, Milzi Digiovanni, Beto Bruel e Maíra, Otávio Linhares, Fabiane, Luiz, Enéas Lour, Fátima Ortiz, Beto Guiz e José Basso. Aniversário de Enéas Lour, el Lejambre. Confiamos na sua honestidade, mas a quadrilha já está formada. He! He! E a foto, quem fez?

Quem faz essas fotos?


Não vemos mais, desde as altas fortificações da ilha de Sagres, os navios que antes singravam ao longe o eterno mar - azul feito a morte dos pássaros azuis cantada pelo velho aedo de Alexandria.

Ilha de grandes e lisas pedras incrustadas ao rochedo que alto se ergue e, detalhe essencial, florescido de musgos, numa profusão de cores, desassombrada. Do roxo ao vermelho-maravilha, passando pelo magenta e o lilás, os musgos ondulam, quase vivos, mexem-se e ondulam, agarrados ao solitário rochedo de
Sagres.

A poucos é dado enxergar a ondulação dos musgos assim como igualmente a muito poucos é dado, desde a ilha de Sagres, ver os navios que não singram mais, ao longe, e o eterno mar que azul se repete, mesma a morte dos pássaros cantada pelo velho aedo de
Alexandria.

E é justamente neste empenho em repetir-se - seja na ausência dos navios ou no movimento dos musgos, que se inventa, a cada dia, a cotidiana rotina da ilha de Sagres. Um milagre que ondulem os musgos e outro o de que continuem a singrar no horizonte os navios ora entrevistos desde a ilha de
Sagres.

Em Sagres só enxergam os que mais vêem. Por isso mesmo exercitam o olhar com empenho digno apenas das águias, dos linces e dos tubarões, a crer nos zo-ofilistas que chegaram a visitar a ilha, ainda antes de El-Rey Dan Sebastião. Um curioso aprendizado do ver que torna, mesmo as coisas mais abstratas, em agudos objetos que se atiram à crosta da realidade com um ímpeto de flecha ou punhal. Ou nem que uma agulhada de amor atravessada no coração.

Ninguém chorou mais a ilha de Sagres do que os cegos ou os de fracos olhos que se recusavam a ver, por pura teimosia e irremovível desejo de não ver, sob nenhuma forma em que o ver consente e autoriza. Não que não existissem navios a singrar o mar de Sagres ou a bailarina ondulação dos musgos a andar rochedo e promontório. Fingir ali era indiscutível que fingiam; dúbio representava enxergá-los de tal forma que passassem a existir.

Ver era o desafio, e descobri-los, os musgos, nos interstícios das rochas, ou os sonolentos navios, ao largo do mar de Sagres, a cortar a água absoluta, também constituía a memória da ilha inscrita no arquipélago, terrível como lembrar o que já morreu.

Dadivosa, entanto, a lembrança que faz reaparecer os mortos, os navios e os musgos, no luciferino empreendimento que é, de Sagres, a sua maior ira de existir, pura ilha brotada do Oceano feito o cume de uma montanha submersa.

E não serão assim todas as ilhas? Duras flores de pedra nascidas das águas e, ao modo de Sagres, por exemplo, construída pela ondulação dos musgos e a visão de que por seus mares singrem os navios, que, nunca existindo, passaram a existir um dia, galés e velames, todas as naus de
El Rey Dan Sebastião.
Wilson Bueno [25/11/2007]O Estado do Paraná.

Confira!

Tudo pelos pêlos!

Foto sem crédito.

Ele evapora!

Benett - Gazeta do Povo.

Querm faz essas fotos?

Laoen - Fotógrafo alemão.

Los 3 amigos

Crist, Soruda-san e Dante Mendonça, no Largo da Ordem, Curitiba. Foto de Maí Nascimento.

Rua das Flores

Dante Mendonça - O Estado do Paraná.

Crist

Clarín - Buenos Aires.

Fotografia

Dia 28, quarta feira próxima às 19:00h, o MON promove uma mesa redonda com nosso grande Milton Guran - organizador há vários anos do evento FotoRio, autor de vários livros, doutor em Antropologia pela École des Hautes Études em Sciences Sociales -, e Jean Luc Monterosso, diretor da Maison Européenne de la Photographie, ambos curadores da mostra fotográfica "Instantâneos da Felicidade", em exibição no Museu. Como as vagas são limitadas, o pessoal do Museu pede para confirmar a presença pelo telefone 3350-4469 ou pelos endereços solange@mon.org.br ou educativo@mon.org.br .
João Urban.
Foto sem crédito.

Erlich

El País - Espanha.

Un nuevo galardón para Crist

INCONFUNDIBLE. EL HUMOR DE CRIST - QUE FUE EVALUADO EN ITALIA POR UN JURADO PRESTIGIOSO- LLEGA A LOS LECTORES DE CLARIN TODOS LOS DIAS. EL DIBUJANTE YA GANO VARIOS PREMIOS EN SALONES INTERNACIONALES.

Un dibujo del humorista gráfico Cristóbal Reinoso (popularmente conocido como Crist) que se presentó en la "Décima edizione del Festival Internazionale di Humour Grafico Itinerante", en Italia, obtuvo el premio "Humoris Causa", el mayor galardón del Festival.

Crist, que publica su humor gráfico en Clarín desde 1973, presentó un dibujo de El "Che" Guevara con la camiseta de Maradona. Y su obra fue elegida entre dibujos de más de
250 autores provenientes de 48 países.

El Festival es un evento que se presenta en forma itinerante en distintas Municipalidades (Comuni) de la Región Lazio. Esta edición, que se inauguró en julio en la Ciudad de Castelgandolfo y culminó en octubre en la ex iglesia San Nicola en la ciudad de Ariccia, fue visitada por
12 mil personas.

El dibujo de Crist fue evaluado por un jurado integrado por los dibujantes Altan (de los diarios L'espresso y La Repubblica), Sergio Staino (de Corriere della Sera y L'unita), Massimo Bucchi (de La Repubblica y Magazine Il Venerdi), Jose Palomo (de El Universal de México) y por el director del Festival, Julio Lubetkin. "Los humoristas gráficos y sus trabajos son divertidos pero también representan a la cultura, un evento cultural en un un mundo que parece girar en contra de las agujas del reloj", expresó Lubetkin.

Crist es santafesino y vive en Córdoba. Y no es la primera vez que es galardonado. Obtuvo premios en salones internacionales (Brasil, Italia, Bulgaria, Colombia). Y en el 2002 ganó el premio mayor del
1º Festival Internacional de Humor Gráfico e Historieta de la Pasión Riverplatense.

Clarín - Buenos Aires.

Diburro

Cau Gomez.
Paixão - Gazeta do Povo.
Solda - O Estado do Paraná.

Cruelritiba, acertando o passo

Foto de Lina Faria.
Tiago Recchia - Gazeta do Povo.

Álbum

Juliana Paes - Foto de Fábio Zanzeri.
Marco Jacobsen - Folha de Londrina.

O caboclo Firmiano

Nos últimos dias, dois bravos paranaenses foram homenageados. O jurista René Ariel Dotti recebeu a medalha do Mérito Legislativo da Câmara dos Deputados, por suas contribuições para o País e para o Legislativo, e o deputado Gustavo Fruet foi distinguido como um dos cinco melhores parlamentares da República.

Guga Fruet - piá curitibano que se divertia imprimindo folhetos políticos na garagem do pai, o também deputado e ex-prefeito Maurício Fruet - não só teve o reconhecimento por seu desempenho em Brasília, como também mereceu destaque na coluna de Ancelmo Góis, em O Globo.

“O Rio de... Gustavo Fruet”, conforme o prestigiado questionário do colunista, é este:

— Um carioca:
“Oscar Niemeyer, que agora vai completar 100 anos”.

— Um amigo no Rio:
“Eduardo de Araújo Jorge, um curitibano, mas que vem de uma família de cariocas e hoje mora no Jardim Botânico”.

— Um lugar para comer: “O Aprazível, em Santa Teresa, e o restaurante da Roberta Sudbrack, no Jardim Botânico”.

— Uma recordação: “Um Fla x Flu. Já assisti a dois. Gosto muito de futebol e fiz isso na época de estudante, ia de ônibus de Curitiba. Acho que, da mesma forma que um católico tem de ir a Roma, quem gosta de futebol tem de assistir a um Fla x Flu no Maracanã”.

— Uma vista do Rio: “A da Baía de Guanabara. Mas tem tanto lugar bonito no Rio que é difícil...”.

— Um programa no Rio: “Uma caminhada na praia. Só quem é curitibano sabe a importância disso”.

Por esta despretensiosa resposta, é possível entender porque Guga Fruet é tão estimado nas ruas, e nas urnas, de sua cidade natal: o curitibano sabe o quanto é prazeroso andar na areia quente do mar, depois passar um longo e tenebroso
inverno pisando em falso nas calçadas frias de Curitiba.

***

A história não costuma contar pequenos grandes detalhes, mesmo assim arrisco dizer que o primeiro curitibano a caminhar na praia tinha o nome de Firmiano. Nativo dos pinheirais, Firmiano foi quem acompanhou o naturalista Saint-Hilaire, quando fizeram o trajeto de Pontal de Paranaguá até Caiobá em três carros de boi, como registrou Auguste de Saint-Hilaire (1779-1853) na sua “Viagem pela Comarca de Curitiba”.

“Não havia no Pontal nem casas, nem vegetação; nada mais existia ali a não ser areia pura”, narrou Saint-Hilaire. “Carregaram a bagagem, e quando partimos o sol já se havia posto faz tempo. É hábito percorrer esta praia à noite, beirando o mar, porque os bois andam muito mais depressa no escuro do que à claridade do dia”.

Com o caboclo Firmiano pela primeira vez espalhando os pés na areia, Saint-Hilaire escrevia sentado na carroça:
“Deitei-me, e em breve o marulho das ondas me fez adormecer, mas acordava de vez em quando e via, à luz do luar, que seguíamos por uma praia de areia pura, com as ondas vindo lamber de vez em quando as rodas dos carros”.

***

Depois de se despedir de Saint-Hilaire em Caiobá - nome derivado do guarani “cairoga”, “casa de macacos” -, Firmiano deve ter retornado a Curitiba extasiado, contando daquele paraíso serra abaixo:

— Uma caminhada de dia-noite na praia! Só quem pisa na areia do mar sabe a importância disso!

Aquele puro prazer de Firmiano foi contado de pai pra filho desde Saint-Hilaire, chegou aos imigrantes Bonatto e Fruet, os avós do Guga, subiu para Ponta Grossa e bateu nos campos de
Guarapuava.

Dante Mendonça [25/11/2007]O Estado do Paraná.

Los 3 Inimigos

Tiago Recchia - Gazeta do Povo.

Ói nóis aqui traveiz!

Foto Gazeta do Povo.

Sábado, Novembro 24, 2007

Foto de Otávio Duarte.

Torcida coxa-branca

Ouiés! Maringas: tome um balde de coca zero
por mim! Solda.

Zarabanight, moçada!

Quem chegar por ultimo é mulher do padre Marcelo!
Um grande abraço no Careqa!

Confira

Terça feira, dia 27 às 19,30 h, no espaço Frans Krajcberg, Jardim Botânico (atrás da estufa). Lançamento do "Livro Rios por onde Passo". Trabalho direcionado à educação ambiental, com texto da Teresa Urban e fotos encomendadas pela Mater Natura - produtora do projeto -, que fiz em uma viagem "às vísceras do Paraná". Um matinho aqui, outro ali, no meio de um descampado de pinus e soja. Além das minhas, também estão no livro e na exposição, várias fotografias feitas por caminhoneiros. João Urban.

Todo dia é dia de poeta

Álbum

Clara manhã, obrigado, o essencial é viver! Carlos Drummond de Andrade. Foto de Iara Teixeira.

O pato, menina,
É um animal
Com buzina.
Millôr Fernandes

Xade Sumisso

Curitiba, no tempo do PT Blue. Foto de Lina Faria.
Solda - O Estado do Paraná.

Sujeito de memória

Desenho de Trimano em honra a Zumbi dos Palmares (o líder da revolta), fechando a semana da consciência negra.

Figuras de Curitiba

25º Salão de Humor do Piauí

Exposição Tirando de Letra, Teresina.
De 25/11 a 3/12. Ouiés.

Seca no Piauí

Luiza Grande - Foto de Flávio Florido.

Ibrahim Suelda - Momento Caras

Aniversário de Enéas Lour, el Lejambre: Iara Sarmento, Milzi Digiovanni e Beto Bruel. E quem fez as fotos?

Tudo pelos pêlos!

Marco Jacobsen - Folha de Londrina.

Elma Romanó, ex-IAP/Ponta Grossa.

Foto sem crédito.

Confira!

O blog do Almir Feijó.

Diburro

Desenho de Souto Maior.
Foto sem crédito.

Quem faz essas fotos?

Crist

Clarín - Buenos Aires.

Quem faz essas fotos?

Capas

Foto sem crédito.
Pancho - Gazeta do Povo.

Aí, polacada!

Uebas!

Cruelritiba, da polícia montada

Foto de Lina Faria.

Capas

Tudo pelos pêlos!

Todo dia é dia de poeta

hoje a vida
amanheceu
sem sentido
assim não sei como
aos pedaços
em gomos
sem frutos
no meu cinamomo
sem eros
sem baco
sem momo
sem ninguém
pra chamar
o mordomo
solda
Paixão - Gazeta do Povo.

Wow!

Foto sem crédito.

Los 3 Inimigos

Tiago Recchia - Gazeta do Povo.

Amiguinhos do peito

Foto sem crédito.

Cada um se vira como pode

Foto sem crédito.

É hoje!

Vou dar no pé!

Enviado por Orlando, el Pedroso.
Tiago Recchia - Gazeta do Povo.

Mural da História

A morte de uma lenda. Em 24 de novembro de 1991, morria um dos artistas mais respeitados em todo o mundo. Freddie Mercury movimentou gerações. Assumiu sua bissexualidade quando namorava Mary, sua melhor amiga durante anos. Morreu devido a complicações pulmonares provenientes da aids.

Tudo pelos pêlos!

Foto sem crédito.

Ouiés!

Agende-se!

Erlich

El País - Espanha.

Da série: "Vi você no blog do Solda!"

Nireu Teixeira - Foto de Iara Teixeira.

Miss Chuveiro

Foto sem crédito.
Solda - O Estado do Paraná.

Ele evapora!

Benett - Gazeta do Povo.

Cruelritiba, lavando a Rua XV

Foto de Lina Faria.

Money

Carro-forte no calçadão da Rua XV.
Foto de George Schpatoff.

Sexta-feira, Novembro 23, 2007

Primeira-dama

Antes e depois. Puizé!

Tricornetas

Rafa Camargo - Tribuna do Paraná.

Billy The Kid

He! He! Oi, Solda, olha como o Goscinny desenhou o Billy ainda bebê, para o álbum do Lucky Luke. Iara Teixeira.

O Banho

Amigos, enfim estreamos o nosso “O Banho”, no Teatro Novelas Curitibanas. A peça mostra o banho em conotações rituais e metafóricas inesperadas. O espetáculo leva ao público o potencial simbólico de um simples banho. Um desejo de renovação ou até mesmo um ato mediador de vários planos da vida. De um simples ato cotidiano, sem significado para muitos, os atores compartilham esta intimidade num universo sensorial como num mergulho profundo da vida. Agora, para podermos amadurecer em nosso caminho, precisamos do seu olhar, do seu retorno sempre valioso para nós. Assista ao espetáculo e imprima sua opinião no blog: http://www.obanho.blogspot.com/
Teatro Novelas Curitibanas
R. Pres. Carlos Cavalcanti, 1222.
Direção:
Letícia Guimarães
Elenco: Fabiana Ferreira, Hélio de Aquino, Juliana
Leitoles e Val Salles.
De 7 de novembro a 2 de dezembro.
Quarta a sábado às 21h
Domingo às 19h
Ingresso:
uma lata de leite em pó.
Son Salvador - Estado de Minas.

Da série: "Vi você no blog do Solda!"

Renata Mele - Foto sem crédito.

Mural da História

Rei do Velho Oeste. Em 23 de novembro de 1859, nascia Billy The Kid, um dos mais famosos bandidos norte-americanos. Até hoje, três cidades lutam para confirmar o nascimento do bandido: Nova York, Indiana e Missouri. Ele morreu com apenas 19 anos de idade, mas a sua lenda começava a nascer.

Álbum

Dani, by Orlando, el Pedroso.

Charge antiga

Publicada n' O Estado do Paraná.

Sempre correndo o risco

Uebas!

Bocetos

Quando não estou fazendo nada, esboço.
Solda.

Da série: "Vi vocês no blog do Solda!"

Dee Dietrich, Thirza e Juliana Radaelli.
Foto de Vera Solda.

Álbum

Um abraço gigantesco na Kátia e no Manoel Carlos Karam, que, entre outras coisas, me ensinou o caminho das pedras. Foto de Chico Nogueira.

Repeteco

Aonde fica esse boteco? O endereço! O endereço!
Foto sem crédito.

Miss Bicicretinha

Foto sem crédito.

Piercing

www.ishotmyself.com

Álbum

Foto de Rafael Bertelli.
www.ilusaodiaria.blogspot.com

Cada um se vira como pode

Foto sem crédito.
Foto de Chico Nogueira.
Graphic
Vencedor do Troféu Gralha Azul 2006 de Melhor
Espetáculo e Indicado ao Prêmio Shell de Melhor
Autor. Últimas apresentações.
De quinta a sábado, às 21h e domingo às 20h.
Teatro José Maria Santos
Rua 13 de maio, 655 fone: 3322.7150

Ingressos
Quinta:R$10,00 e R$5,00 [meia entrada]
Sexta, Sábado e Domingo: R$20,00 e R$10,00
[meia entrada]

Salão de Humor de Caratinga

2° Lugar Charge - Moisés de Macedo Coutinho.

Ouiés!

Editora da Casa e Livros e Livros convidam para café da manhã e lançamento de Livro, Segredo e Infâmia, de Júlia Studart. Dia 1º de dezembro, sábado, 10:30 da manhã na Livros e Livros do centro. Rua Jerônimo Coelho, 215, Florianópolis, SC. Informações: (48) 3028 6244.
"livro, segredo e infâmia parece investigar algumas formas do ínfimo, encobertas, disfarçadas, que programam uma fenda no ler-olhar e parecem provocar uma outra dimensão do ler-olhar. Sejam as criaturas mostradas na obra de Evandro Affonso Ferreira, absolutas insignificâncias que ganham contorno de vida e condição de torção narrativa pelo simples gesto de ser; seja no projeto de João Cabral de Melo Neto, em seu poema "Os três mal-amados", verdadeiro poema-abandono, ou num outro projeto, que é o contrário disso, pelo fôlego, tamanho, O Bairro, de Gonçalo M. Tavares, querendo escrever a partir de senhores que dão nome aos livros, O Senhor Brecht, O Senhor Juarroz, O Senhor Calvino, O Senhor Kraus (já publicados no Brasil) e, a seguir, mais 34 destes. O que não deixa de ser uma forma de desaparecimento, a magnificência."

carlos augusto lima

Ibrahim Suelda - Momento Caras

Soruda-san, o cartunista que vos digita, e Luiz Melo,
na festa dos seus 50 anos. Foto de Kraw Penas.

Tirando de Letra

Exposição no 25º Salão de Humor do Piauí,
Teresina.

25º Salão de Humor do Piauí

De 25 de novembro a 3 de dezembro, Teresina.
Uebas e ouiés!

Convite

Todo mundo lá, prestigiando a Dani e o Gual.
Ouiés.

Diburro

Ele evapora!

Benett - Gazeta do Povo.

Apóstrofo

Erlich

El País - Espanha.

Xade Sumisso


Foto de Lina Faria.

Crist

Clarín - Buenos Aires.

Figuras de Curitiba

Parece que foi ontem...

Photographia de Furnaius Rufus.

Dicas de Chico Nogueira

Aqueles que têm olhos para ver, vejam.

Cruelritiba, da patrulha

Foto de Lina Faria.
Solda - O Estado do Paraná.
Marco Jacobsen - Folha de Londrina.

Tudo pelos pêlos!

Colaboração de Almir Feijó,
o nosso pentelhófilo de plantão. Uebas!
Solda - O Estado do Paraná.

Creulritiba, na calçada

Foto de Lina Faria.
www.olhodarua55.com

Los 3 Inimigos

Tiago Recchia - Gazeta do Povo.

Curitiba, cidade sem portas

Foto de Mathieu Struck.
Cumprimentos ao PMDB de Curitiba. O partido velho de guerra realizou no início da semana um primeiro debate destinado a revelar o candidato mais preparado para disputar a Prefeitura de Curitiba.

No debate entre seus cinco pré-candidatos, um tema causou perplexidade até na sauna do Country Club: o fechamento das fronteiras de Curitiba para os migrantes. Essa gente sem eira nem beira que tem o hábito de afanar relógios de grife nas esquinas do
Batel.

O tema é polêmico. No entanto, o PMDB lançou uma questão que, cedo ou tarde, viria à tona nesta antiga Cidade sem portas, aquela Curitiba
cantada em verso e prosa por Adherbal Fortes e Paulo Vítola no século passado, ao surgir do Teatro Paiol.

Mais que controvertida, a questão de barreiras para o acesso de migrantes à capital não ficou bem esclarecida pelos pré-candidatos do PMDB. Num esforço de reportagem, entrevistamos um dos aspirantes ao cargo de prefeito para nos esclarecer a postura do partido quanto à construção de muralhas na periferia de Curitiba. Por motivos óbvios, o candidato preferiu não se identificar.

Pergunta - A cidade está mesmo precisando de muros para estancar o avanço das migrações?

Candidato - Sem dúvida. Nas grandes cidades, a percepção das dificuldades apresenta tendências no sentido de transformar a manutenção dos relacionamentos verticais entre as hierarquias sociais.

Pergunta - Esta clausura urbana não pode causar mais revoltas sociais?

Candidato - É preciso enfatizar o peso destes problemas concernentes aos antagonismos sociais e urbanos. Não obstante, o diálogo entre os diferentes setores da sociedade evidencia a necessidade de revolucionar as alternativas.

Pergunta - Como é possível um partido que se diz de esquerda, e de origem popular, pregar um planejamento urbano que retorna à
Idade Média?

Candidato - O novo modelo de estrutura urbana preconizado prepara-nos para enfrentar situações típicas de segmentos reacionários. O cuidado em identificar pontos críticos na consolidação dessa nova revolução urbana vai demonstrar mudanças das direções preferenciais no sentido do progresso.

Pergunta - O governador Roberto Requião já tomou conhecimento deste fosso urbano, provocado pelo estorvo de novos migrantes?

Candidato - Ainda não, mas podemos vislumbrar que a mobilidade das bases pode garantir a contribuição de segmentos importante nas futuras determinações partidárias. Neste sentido, a revolução do traçado urbano viria a ressaltar a relatividade do impacto na agilidade decisória do governador.

Pergunta - Na próxima segunda-feira, dia 26, está programado um novo debate entre os pré-candidatos do PMDB. O fechamento das fronteiras de Curitiba será novamente discutido?

Candidato - Com certeza, o modelo de ocupação racional do tecido fundiário participativo será abordado. Assim como serão discutidos os assentamentos físicos estruturais e seus prognósticos periféricos estruturais.
Dante Mendonça [23/11/2007]O Estado do Paraná.
"Hoje estou muito delicada, me interessam principalmente flores e passarinhos". Clarice Lispector. Foto de Anaterra Viana.
Paixão - Gazeta do Povo.

Quinta-feira, Novembro 22, 2007

A cadeira do pensamento para um pênis pensador

Dizem as feministas, de sapato alto, que na escola do evolucionismo social, o homem do futuro usará a cabeça do pescoço, como castigo sociológico, por ter usado no passado, contra as mulheres, apenas a cabeça do pau. Enquanto isto, este pequeno homem do presente, aguarda encolhido no purgatório. Ali sentado com Rodin, sem nenhuma glande e cabeça.

Cada um se vira como pode

Foto sem crédito.

Abaixo a calcinha!

Flávia Alessandra já aderiu. Agnews.

Aviso aos navegantes

Oscarito cercado por Violeta Ferraz, Margot Louro (esposa na vida real) e outras. Foto Acervo Atlântida.
A imagem de cinema mais remota que guardo na memória é de uma chanchada da Atlântida projetada na tela do Cine Curitiba, antigo pulgueiro da rua Voluntários da Pátria, no centro da minha cidade. Era o ritual frenético de todos os domingos: comprar uma coca-cola na máquina (geladeira horizontal) vermelha do Reginaldo e correr para garantir um bom lugar diante das impagáveis trapalhadas de Oscarito e Grande Otelo; ou dos beijos do mocinho na mocinha sempre acompanhados de uma algazarra ensurdecedora. Em seguida, com o desenrolar da fita, a magia silenciosa dos movimentos. Para nós, meninos de suspensórios e boca aberta na platéia, aquilo era o máximo. Foram anos de fascínio e hipnose coletiva.
Algumas vezes, para ajudar nas economias familiares, unindo o útil ao agradável, cheguei a trabalhar como baleiro na porta do cinema, carregando um tabuleiro pendurado ao pescoço e anunciando com algum estilo, ao longo da fila:
“Olha o drops, mentex, bala de goma, plainê salgado e doce... Lá dentro não tem bomboniére.”
Mais tarde, já trabalhando como repórter em suplementos culturais, tive oportunidades de, por várias vezes, me gabar de ter assistido todos os filmes da Atlântida, principalmente ao longo da década de 50 e começo dos anos 1960. Ou seja, atravessei a infância e a adolescência assistindo chanchadas, mergulhado na fantasia de um Brasil ingênuo, descontraído e bonachão.

(Trecho do prefácio do livro em processo Por trás das cortinas - a história da Atlântida Cinematográfica, de Toninho Vaz)

Confira!

Miss Bacia - Foto sem crédito.
Cau Gomez - A Tarde (BA)
www.chargeonline.com.br

Na livrarias e boas casas do ramo

É de viver de rir!

Aonde fica esse boteco? O boteco!

Foto sem crédito.

O fútil e o desagradável

Depois da divulgação de filme onde aparece tomando banho, Paris Hilton não parece preocupada e sorri ao desembarcar no aeroporto de Xangai, China. Foto Reuters.

Boca do Brilho

Foto de Rafael Bertelli.

Cada um se vira como pode

Foto sem crédito.

Para Gilberto Gnoato

Que tal, Bugio?

Quem faz essas fotos?

Salão de Humor de Caratinga

1º Lugar Caricatura - Turcios - Espanha

Quem faz essas fotos?

Uebas!

Deu no jornal

Daltônicas
De comilança. O malhado de academia lembra, não sem um certo horror que, quando adolescente chegou a comer 6 hambúrgueres numa sentada. E ainda por cima com um pé de alface em cada sanduíche. Como, ele não sabe explicar. Quem tem, ou já teve, adolescente em casa sabe do que o moço está falando.
Ruth Bolognese (22/11/2007) Folha de Londrina.
Pancho - Gazeta do Povo.

Papai-coruja

Luiz Melo e os Rettamozos. Foto de Lina Faria.
Recebi o seguinte recado do Rettamozo, el Retta: " Tribobó City. A novidade é que dessa vez a peça vem com dois atores que assinam Rettamozo. Mateus no papel de bêbado, arrasa, começa aí uma carreira de ator cômico pra Zanatta nenhum botar defeito. Paulo Rettamozo faz um freqüentador de cassino com elegância prima. Os dois mais uma turminha sob a direção do Tio Andy, o Anderson Cidade, com coreografia de Sandra Ruthes e arranjo musical de Daio Baroni. Tribobó City, de Maria Clara Machado, no Teatro Fernanda Montenegro, dia 22 de novembro. O ingresso é 1 kg. de alimento não perecível. Gostaria muito que o amigo visse esses dois em cena. Um abraço. Retta." Solda.
Soninha - Foto sem crédito.

Dicas de Chico Nogueira

É só conferir.

Ele evapora!

Benett - Gazeta do Povo.

Da série: "Vi vocês no blog do Solda!"

Foto de Kraw Penas.

Todo mundo lá!

Ouiés?

Los 3 Inimigos

Tiago Recchia - Gazeta do Povo.
Foto sem crédito.
Paixão - Gazeta do Povo.
Solda - O Estado do Paraná.

Faça propaganda e não reclame

Crist

Clarín - Buenos Aires.

Tudo pelos pêlos!

Charge antiga

Charge de Solda - não publicada.
Tiago Recchia - Gazeta do Povo.

Seja bem-vindo!

Foto sem crédito.
Marco Jacobsen - Folha de Londrina.

Banda Polaca em Santa Catarina

O que estou ouvindo

Cow Fingers & Mosquito Pie - Screamin' Jay Hawkins
Sweet Daddy Hawk morreu em 12 de fevereiro
de 2000, com 70 anos.

Cruelritiba, dos adormecidos

Foto de Lina Faria.
www.olhodarua55.com

Por que não pensaram nisso antes?

Foto sem crédito.

Chargeta

Charge de Marco Jacobsen.
Dante Mendonça - O Estado do Paraná.

Erlich

El País - Espanha.

Quarta-feira, Novembro 21, 2007

Álbum

Luiz Melo - 17/11/2007 - 50 anos. Ouiés!
Foto de Kraw Penas.

Figuras de Curitiba

Deu no jornal

Daltônicas
De flagrante pornô. A tradicional e rigorosa instituição de ensino católica tinha o nome do fundador, cujo sobrenome era ''Carvalho''. Por um erro de digitação, a grafia de um memorando, distribuído aos alunos, saiu sem o ''v''. Até hoje, muitos anos depois, se comenta a história como o maior flagrante pornográfico já registrado intramuros da escola.
Ruth Bolognese (21/11/2007) Folha de Londrina.
Quinho - Diário da Tarde.
www.chargeonline.com.br

Confira!

Cruelritiba, bandeira do Brasil

Foto de Lina Faria.
www.olhodarua55.com

O que é isso? O que é isso?

Quem faz essas fotos?

Aonde fica? O Boteco! O Boteco!

Foto sem crédito.

Dicas de Chico Nogueira

O espetáculo "O Banho", apresentando um novo olhar para o ato corriqueiro praticado diariamente. A peça levanta questões como o desejo de renovação, transparecendo valores, comportamentos, moralidade, desejos, lembranças e prazeres. A partir de um ato cotidiano, sem significado para muitos, os atores Grupo Teatral do Abração, com direção de Letícia Guimarães, transformam a intimidade de um banho num mergulho profundo na vida.
Serviço - Teatro Novelas Curitibanas (Rua Carlos Cavalcanti, 1.222). Ingresso: uma lata de leite em pó. Sessões de quarta-feira a sábado, às 21h, e aos domingos, às 19h.

Miró por Pedro Cezar e Marcos Kuzka Cunha

Todo dia é dia de poeta

morreu o periquito
a gaiola vazia
esconde um grito
p.leminski

Tudo pelos pêlos!

Pancho - Gazeta do Povo.

Da série: "Vi você no blog do Solda!"

Alice Ruiz, by Drica.

Pracas e faxas

Duvido! - Foto sem crédito.
Paixão - Gazeta do Povo.

Salão de Humor de Caratinga

2º Lugar - Caricatura
Maria Helena - Niterói - RJ.

Quem faz essas fotos?

A tempestade lá fora aviva tudo o que se move: árvores vergadas ao chão. Schopenhauer ancora a barca Nautikon a um tronco de carvalho e retorna ao Hotel Sunset Boulevard, senta no parapeito do terraço que dá para o mar grosso e franze a testa. O médico lhe deu a notícia dolorosa: só dois dias de vida.

Lythia, abalada com o câncer do marido, deita sob o guarda-sol para descansar um pouco. Ela, após alguns minutos, lembra a Schopenhauer que não somos nada, nunca fomos nada, e que, apesar disso, podemos guardar na memória todos os jarros de luz que o sol esqueceu à porta dos amantes.

Schopenhauer retorna à varanda desse hotel, à visão do mar. Esqueceu o costume de fazer discursos e, afastando com o gesto a mosca, volta a encarar sem esforço as ondas de salgada branca espuma, as ondas que se destroçam na pedra feito louças. Schopenhauer medita e decide: vai dar um passeio pelo bosque vazio nos arredores da Pacific Coast Highway e assassinar, com soco no ouvido, uma freira carmelita.

No meio do bosque vazio, nessa pacata Vila de Torre Escura, Schopenhauer encontra a freira. Quando ia desferir o soco, ela reage:

— Agora não; você está muito cansado –, e crava um peixe nos ombros de Schopenhauer; um peixe que se debate de forma violenta.

— Você conhece esse peixe? – pergunta a carmelita.

Schopenhauer responde que não. O arpão de um raio acerta a nuca de Schopenhauer, que não morre, antes mistura vocábulos próprios e alheios, paisagens de toda sorte, a tal ponto que ele pergunta a si mesmo como é que um homem, que ia morrer dali a dois dias, podia tratar tão friamente uma freira carmelita, a ponto de querer assassiná-la com soco no ouvido?

Sim, Schopenhauer retorna ao Hotel e encontra Lythia que, ainda sob o guarda-sol, folheia o Livro dos Mortos — o Bardo Todol — que diz que, alguns dias após a morte, tudo em nós vira vento e a primeira coisa que vemos é um cavalo, também de vento, e Lythia percebe que o Schopenhauer que se aproxima não conseguiu matar a freira carmelita e ainda trouxe um peixe cravado nos ombros, um peixe que não pára de se mexer.

Schopenhauer pergunta:

— Quanto tempo estás ao sol,
Lythia?

Lythia responde, espreguiçando-se:

— Há milênios, milênios.

Uma sombra desce, então, ao rosto de Schopenhauer sempre que recorda o prognóstico do médico que lhe disse:

— Só dois dias de vida, meu senhor, só dois dias.

Fernando José Karl.

Diburro

Desenho de
Mohammadreza Doustmohammadi.

Elas

Foto sem crédito.