Domingo, Novembro 30, 2008

O tempo

Camboriú. Foto de Edson Goeldner.
Aluizio Amorim.

Tempo, tempo, tempo

Karin Van Der Brooke, Francisco Kava, Neri, Lina Faria, Nego Miranda, Lucilia Guimarães e um fotógrafo que era vizinho da Zap. Foi uma exposição coletiva no Sesc, 1982. A foto deve ser do Zig Koch ou do Mauro Magnabosco.
Foto de Lina Faria.
poeminha para meditação
buda sentado ao jardim
admirava um jasmim
e exalava tanto amor
que as borboletas ao vê-lo assim
pousavam nele não na flor


Faça propaganda e não reclame

Orlando Pedroso, o maior comedor de Maria Isabel, prato típico de Teresina. Soruda-san, espantado, observa. Foto de Vera Solda.

Uebas!

Uebas!

Foto sem crédito.

Em "Queime Depois de Ler", Coens retomam humor negro

George Clooney e Frances McDormand.
SÃO PAULO (Reuters) - Os irmãos cineastas Joel e Ethan Coen ("Onde os Fracos não Têm Vez") gostam de investigar o lado negro do ser humano, seja da alma, do coração ou mesmo da moral (ou ausência desta). Outra de suas preferências é subverter gêneros cinematográficos. Em "Queime Depois de Ler", o novo trabalho da dupla, em estréia nacional, eles juntam tudo isso, numa comédia disfarçada como filme de espionagem.

Cinema

Se você fosse cineasta, quais filmes
gostaria de ter feito?

Foto de Anaterra Viana.
Dodeskaden - O Caminho da Vida, de Akira Kurosawa. Primeiro filme colorido do japa, cujo nome é uma onopatopéia do barulho do trem, numa menção a um autista que vive na favela onde se passa o filme. Mas a trama gira em torno de um menino e o pai que vivem dentro da carcaça de um velho carro e se transportam virtualmente todas as noites para uma bela mansão imaginária que eles têm certeza ser a casa deles. Maravilhoso! Lina Faria.

Faça propaganda e não reclame

Benett

Gazeta do Povo.

Uebas!

Calcinha anti-estupro

Foto se crédito.

Itararé.

Eu ovo. E você?

Das 20 às 22hrs, 91.3 MHz. Como eu sempre digo: entra por um ouvido e não sai pelo outro.

Amanhã

Robert Amorim, el Beto Batata, comemora o seu primeiro cinquentenário. Uebas! Foto de Gilson Camargo.

Hoje

Charge antiga

Publicada no Jornal do Estado, fase Reynaldo
Jardim, década de 80.

Anote na agenda

Figuraças!

Marilyn Manson. Foto sem crédito.

Quem é que faz essas fotos?

Erlich

El País - Espanha.

A nossa fotógrafa e a nossa arquiteta

Lina Faria e Dóris Teixeira. Foto de Caetano Solda.

Ela

Adegão, em seu habitat.

Orlando paparazzo

Sofia, filha do cartunista Angeli e seu namorido, no Festival Internacional de Humor do Rio. Foto de Orlando Pedroso.

Cara de um, focinho do outro

Wildford Brimley e Diabeetus Cat. Fotos sem crédito.

Pôster

Foto sem crédito.

Folhetim - Parte 2

Foto de Naná.
Novo trecho das memórias do repórter Toninho Vaz, extraído do Capítulo 1 – Como um realejo do livro em processo Do rádio galena à website. No último capítulo, ficamos sabendo da passagem do nosso herói, então com 22 anos, pelo Diário do Paraná e Rádio Independência. No trecho de hoje a narrativa é retomada dois anos depois, ainda em Curitiba:

Minha presença nas páginas do DP Domingo, como crítico de cinema, chegava ao fim com o convite do jornalista Celso Nascimento para integrar a nova equipe do Diário da Tarde, jornal fantasma que estava “quase” fora de circulação e pertencia ao grupo da Gazeta do Povo. Ambos funcionavam no mesmo casarão, na Praça Carlos Gomes. O DT aparecia nas bancas apenas às segundas-feiras com uma edição caprichada, graúda, que trazia os assuntos do final de semana. Fui convidado para ser o editor de variedades, incluindo serviço de feiras e telefones úteis, além de assinar a coluna Espetáculos, colocada aos pés da página 2 do segundo caderno. A carteira de trabalho estaria assinada no dia 4 de maio de 1973 e a conta bancária aberta sem cerimônia no dia seguinte.
No espaço editorial sob a minha coordenação (uma página inteira de um jornal standard) dava para divulgar exposições de arte e lançamentos de discos e livros, razão da minha aproximação e amizade com artistas e intelectuais curitibanos (o poeta Paulo Leminski, a banda A Chave, o cartunista Solda, Rones Dumke e Rogério Dias, por exemplo) e com a família Ghignone, seu João e o filho José (Dude), tradicionais livreiros da Rua XV. Das visitas semanais à sobreloja da livraria, onde pai e filho sentavam-se frente a frente, saíram muitas histórias literárias (eles eram amigos de Monteiro Lobato, Manoel Bandeira, Ênio da Silveira e de todos os editores importantes) e leituras progressistas (eram simpáticos ao pensamento comunista e socialista).
No meio do caminho houve um episódio desagradável com Dalton Trevisan – então no auge do sucesso –, que acabaria por diluir qualquer possibilidade de me aproximar do contista da minha terra. Vítima de um blefe (traquinagem) aplicado por um personagem da Boca Maldita, divulguei na coluna que a noite de autógrafos do livro Pássaro de cinco asas, de Trevisan, seria na boate Star Dust, conhecido inferninho no centro da cidade. Não era verdade – e o pior: o homem era (é) cheio de pudores e foi ao jornal reclamar da nota equivocada. Adentrou a redação, que ficava numa espécie de mezanino, acompanhado pelo editor Celso Nascimento e eu tive que me explicar. Foi difícil, mas o senhor Trevisan se convenceu da minha inocência quando perguntou:
Quem lhe passou a falsa notícia, então?
— Jamil Snege – respondi.
Ao ouvir o nome de seu dileto amigo ele reagiu quase inaudível:
— Já entendi...
E saiu descendo as escadas, abandonando a queixa-crime. (Não é por nada, mas sempre alimentei a fantasia de que ele foi direto brigar com Jamil Snege.)

Dias depois, outra surpreendente aventura, agora com Tim Maia e os meninos da banda Vitória Régia, cinco neguinhos que se pareciam com um exército ruidoso. Estava na pauta uma entrevista com o cantor Tim Maia, às 17 horas, no Guaíra Palace Hotel, Praça Rui Barbosa. Fomos eu e o fotógrafo Rubens Vandressem. Chegamos 15 minutos antes do horário marcado carregando, além do bloquinho de anotações e a máquina de fotografia, alguma expectativa de conhecer o vozeirão que estava nas paradas de sucesso com duas músicas, Azul da Cor do Mar e Primavera. Fomos recebidos no bar pelo empresário local que havia contratado o show; ele nos apresentou ao empresário do cantor e nos ofereceu uma rodada de uísque com um pratinho de amendoim. Entre os coleguinhas espalhados pelo salão estava Márcio Geene, do Estado do Paraná, com quem fiquei conversando numa mesa ao fundo. O que aconteceu, então, numa seqüência espetacular de casualidades, não estava em nenhum script.

Continua no próximo folhetim


A seguir: Tim Maia aparece no restaurante Madalosso, em Santa Felicidade, para roubar a cena e a tranqüilidade da freguesia. Meia hora tocando a mesma música: “Há muito tempo eu fiquei calado, mas agora resolvi falar/ Não tem mais jeito, tudo está desfeito e com você não quero mais ficar, não.../.” Um showzaço, com Tim na bateria, que terminou com a banda convidada a se retirar do ambiente.

Paixão

Gazeta do Povo.

Figuras de Teresina

Foto de Kenard Kruel.

Faça propaganda e não reclame

Poluicéia desvairada!

Perdendo na bolsa?
Problema de caixa?
Não perca a cabeça
Vendendo na baixa
(vitrine do Shopping Iguatemi)

Foto de Lee Swain.

Tiago Recchia

Los 3 Inimigos - Gazeta do Povo.

Herrar é umano

Foto sem crédito.

Uebas!

Foto de Haim Zaslavski.

Rá!

Enéas Lour, El Lejambre, abate visitas inesperadas a vassouradas. Foto de Misquici.

Figuraças!

Donatella Versace. Foto sem crédito.

De 'ladrona', nada de nada

Demi Moore y su marido, el también actor Ashton Kutcher, no se separaron ni un momento durante el estreno de la última película de la actriz en Londres. En Flawless (proyectada como "Un plan brillante" en el pasado Festival de San Sebastián), Moore interpreta a una sofisticada ladrona de joyas y, aunque no desveló el precio, estamos seguros de que el gran anillo que lució en la "première" británica de la película no era robado. AP – El País.
Foto Zero Hora.
Alles blau (http://www.allesblau.net), em alemão, quer dizer "tudo azul". Com filmes, fotos, informações urgentes, registros, comentários, desabafos e muita dor, os internautas de Blumenau nos arrancaram do cenário de guerra e nos levaram à trincheira da poesia. Para quem já leu, vale a pena refletir de novo.

Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz,
Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje,
Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério,
Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires
Até que me deram abrigo e alimento,
Eu tinha aversão a Judeus
Até darem remédios aos meus filhos,
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia,
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome,
Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água,
Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas,
Eu não gostava do cachorro do meu vizinho
Até ouvi-lo ganir naquela noite ao se afogar,
Eu não lembrava dos idosos
Até participar dos resgates,
Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome,
Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas,
Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos,
Eu não ouvia rádio
Até ser ele que manteve a minha energia,
Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias,
Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos
Agora nem tanto,
Eu vivia numa comunidade com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora,
Eu não lembrava o nome de todos os estados
Agora guardo cada um no coração,
Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo,
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos.
Eu não te conhecia
Agora você é meu irmão,
Tínhamos um rio
Agora somos parte dele,
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio.
Graças a Deus!
Vamos começar de novo!

(O site da internet Alles Blau recebeu este texto por e-mail. Os editores procuraram a autoria e não encontraram, consta apenas como "escrito há alguns anos por um anônimo na Argentina". Se alguém souber, identifique o autor para os "correspondentes de guerra" em Blumenau).
Dante Mendonça (30/11/2008) O Estado do Paraná.

Rá!

Foto sem crédito.

Sempre bárbara

Enfim, alguém que não quer tornar-se invisível em Curitiba. Foto de Gilson Camargo.

Maringa's camisetas

Foto de Newton Maciel.
Comemoramos, na semana, o Dia do Rio. O Brasil, que possui uma das maiores bacias hidrográficas do planeta, ao menos na áreas urbanas, e não só nelas, tem muito pouco a celebrar. Despejos industriais, despejos orgânicos, lixo de toda procedência são o que recebem diariamente os pobres rios margeiam as cidades do patropi.

Alguns deles, a exemplo do Tietê paulistano, é mais um pântano do que um rio. E fedem, eles que, quando vivos e inteiros, foram a pura poesia com que a natureza, generosa, prodigaliza a Terra dos Homens. Rios de rios, riachos, riozins, ribeirões, a minha infância no então sertão profundo do Paraná está marcada por eles e por tudo o que agregam - passarinho e bicho peludo, borboletas, e os duendes nascidos das águas.

Leio nos jornais que também Curitiba possui rios, uma infinidade, que cortam a cidade e a região metropolitana. Só que nunca vi um, a não ser o Belém dos contos de Dalton Trevisan e o Bacacheri que passa pelo meu bairro, esgoto oculto pelo matagal espesso.

Mas até me comovi, vos confesso, com os nomes dos rios curitibanos assim reunidos feito fosse um poema fluvial: Piraquara, Pequeno, Passaúna, Curralinho, Verde, Miringuava, Atuba, Belém, Barigui.... Quem lê, pensa que existem. Não, senhores, são só a memória de rios que talvez existiram um dia. É provável que o fundador Gabriel de Lara tenha bebido de suas águas.

Diz a história que em 1646, Lara chegou a descobrir ouro em cinco ribeirões curitibanos, as Minas do Peruna, tornando-se, a partir daí, dono da cidade, por decisão irrevogável do mandatário dessas plagas, o capitão-mor de São Paulo. Mas isso foi, convenhamos, há muitos séculos e nem ouro e nem ribeirões e muito menos rios em Curitiba há mais.

Ao tempo em que o Paraná ainda tinha sertão, posto que hoje somos, daqui ao Paranapanema, na fronteira paulista, um vasto mar de soja, lembro-me, menino, de navegar, com meu pai, em toscas canoas, rios encantados: o Laranjinhas, o Cinza, algum braço do Ivaí, o Branco, o Serrinha. Das águas saltavam os lambaris de rabo-vermelho e nas pescarias noturnas, vinham os bagres, os carás, as traíras com a serralha dos dentes a alvoroçar o patuá onde os guardávamos, orgulhosos troféus de guerra.

Meu pai está velhinho e não lembra mais o nome dos rios e nem sequer o exímio canoeiro que foi um dia. Mas quando falo no Paranazão os seus olhos baços, e quase cegos, de repente acendem.

Mas logo retorna ao seu silêncio e aos seus anéis de saturno.

Assim os rios de Curitiba, do Rio, de São Paulo... Aspiram a uma existência e não passam da memória longínqua e baça dos rios que foram um dia. Comemorar?

Comemorar o quê?
Wilson Bueno (30/11/2008) O Estado do Paraná.

Tempo, tempo, tempo

Os The Beatles, como dizíamos eu e Manoel Carlos
Karam. Bons tempos!

Solda

O Estado do Paraná.

Rua das Flores

Dante Mendonça - O Estado do Paraná.

Cruelritiba: Natal dá pedal?

Foto de Lina Faria.

Novembro, mês do Anjo Torto

Torquato Neto. Foto de Noronha Filho.

Sábado, Novembro 29, 2008

Namastê!

Foto sem crédito.

Figuras de Teresina

Foto sem crédito.
Patricia Mellodi, nome artístico de Patrícia Melo, é uma cantora e compositora piauiense nascida no Rio de Janeiro.

haicara

Foto de Caetano Solda.

Charge antiga

Publicada n' O Estado do Paraná.

Cumpleaños

Foto Cinearte.
Nadyr do Prado de Oliveira, minha sogra. Segundo um humorista da cidade, sogra é conhecida como Madame Kistrova, em russo. Qui! Qui! Solda.

Faça propaganda e não reclame

Foto de Vinicius Alves.
Amanhã, nesta conceituada pocilga eletrônica, a 2ª. parte das memórias do jornalista Toninho Vaz, ainda em trecho extraído do Capítulo 1 – Como um realejo, da obra em processo Do rádio galena à website (título de trabalho). O trecho selecionado para o domingo faz referência a personagens do meio cultural da cidade, como Dalton Trevisan, Jamil Snege, a família Ghignone, Rones Dumke e a banda A Chave. Encomende agora um download do folhetim no seu link favorito.

Uebas!

Vale a pena ver de novo

Publicada n' O Estado do Paraná.

Rá!

Amy, The Big Winehouse. Foto sem crédito.

Uebas!

Cara de um, focinho do outro

Dalai Lama e Happy Lhama. Fotos sem crédito.
Inspirou longamente - com tanta força como nunca fizera. E, num salto acrobático, homenagem às sereias, pulou no oceano. Estava gelado, percebeu nas primeiras braçadas. Revolto, quase sacrílego. Estranhou que, de repente, libertava-se de todas as amarras. Achou-se uma imensidade. Peripatética, pôs-se a nadar. A água era sua cidade. Começou um desfile de seres fantásticos. O peixe-fantasma, o cavalo marinho das crinas de fogo e uma libélula sombria vieram bulir com ela. Apresentou-se Netuno; estava sorumbático. Com ele, sua esquadra iniciática: enguias espalhando incenso, polvos oferecendo mirra, algas douradas; invertebrados cheirosos, estupendos. Apareceram ninfas. Euterpe; Calíope; Melpômene e sua faca. Eram elegias, orgias, átomos.
Uma aurora boreal salgada iluminava-lhes o caminho. Recordou-se que amou. Sua echarpe carmim, o bracelete de ametista, tudo que significava paixão sem fim – aquele frêmito ingênito, aquele átimo. Olhou-se num espelho e viu labaredas, estopins. Virara ondas amnióticas, altíssimas, que iam e vinham e a levavam útero acima, ventre abaixo. Então compreendeu. Era ela sim. Solitária, labiríntica, azul exalando jasmim. Não precisava mais respirar. Tinha se tornado mar.
Almir Feijó.

Bisbilhotecando!

Olá pessoal! O final do ano e das aulas estão chegando... E a Bisbilhoteca preparou uma deliciosa Colônia de Férias para a criançada: vai de 08 a 19 de dezembro em 2008 e as vagas são limitadas. As inscrições estão abertas e o valor para uma semana das 14h às 18h, é R$ 150,00. Quem vai coordenar a Colônia é a Herica Veryano, educadora e atriz com uma grande experiência com crianças.
Na sexta-feira, ao final do trabalho haverá uma superapresentação do trabalho das crianças! O tema agora em dezembro será o Natal e suas belas histórias...
Mas nós continuaremos em janeiro, dia 05 e vamos até 13 de fevereiro inventando histórias, registrando a imaginação da criançada através de textos, artes e teatro! Não percam! Diversão garantida durante as férias todas! Neste sábado, a programação é a seguinte:
11h - Teofone e Jurubeba
16h - Cia. Girolê
No domingo, teremos novamente, às 16h - Teofone e Jurubeba!
E pra quem ainda não sabe, a Bisbilhoteca trouxe direto de Brasília uma nostalgia da infância de todas as garotas da década de 70 e 80: Bonecas de Papel! Temos em 8 modelos: loiras, ruivas, castanhas, morenas... Com roupinhas de verão e de inverno. Imaginem quantas belas histórias estas lembranças podem render...
Divirtam-se! Aguardamos vocês!
Bisbilhoteca - Cultura Infanto-Juvenil,Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1166 loja A, Bigorrilho - Curitiba - PR. Fone (41) 3223-3038.

Vocês não perdem por esperar!

Vem aí o Bazar do ACT - Ateliê de Criação Teatral - quinta edição. Curadoria de Luiz Melo.
Enéas Lour, el Lejambre e Marcos Recchia, na dacha de São Luiz do Purunã. Foto de Misquici.

Tiago Recchia

Los 3 Inimigos - Gazeta do Povo.

Violência, paixão e discursos

Cruelritiba

Nossa cidade, além de ter muita puta e pouco puteiro, tem também poetas em compota. Solda.

Alhures do Sul

Paulo Autran. (Rio de Janeiro, 7 de setembro de 1922, São Paulo, 12 de outubro de 2007). Foto sem crédito.

Ouiés!

Para molhar a garganta, ouvir boa música, encontrar gente boa da melhor qualidade e se divertir.

Faça propaganda e não reclame

Rua Professor Brandão, 678, Alto da XV, Curitiba, PR. Fone 41 3262 0840. Rua Dr. Melo Alves, 769, Jardins, São Paulo/SP. Fone 11 3062 2815.

Uebas!

Poluicéia desvairada!

O dia nem amanheceu
E já era Natal

Foto de Lee Swain.

Blog da hora: 7:06

Quem é que faz essas fotos?

Figuraças!

Michael Jackson - Foto sem crédito.

Tiago Recchia

Gazeta do Povo.

Orlando paparazzo

Carol - cadê o Angeli? - no Festival Internacional de Humor do Rio de Janeiro. Foto de Orlando Pedroso.

Os desclassificados do Professor Thimpor

Coragem.
Compro ou alugo. Dou como garantia 18 anos da mais absoluta covardia. Não aceito ousadia nem perspicácia. Tratar com
Rutildo - Rua Trindade, s/n - Ilhéus/BA.

Aviso.
Quem avisa, amigo é. - Avisador Misterioso - Londrina/PR.


Mãe.
Em ótimo estado, pura como um anjo, cabelos encaracolados, meio gordinha. Não surra ninguém, cozinha pra chuchu e abre a porta pra gente de madrugada. Vendo ou troco por tia bem apanhada que saiba engomar camisas e cuecas. Falar com
Romão, no Bar Peixe Frito - Rua Anatole France, 123 - Castro/PR.

Bicho-de-pé.

Para senhoras e cavalheiros, de todas as espécies. Não vicia, não tem contra indicação e dá saúde e alegria, além daquela coceirinha gostosa no dedão. Temos também a última novidade européia, que é um bicho-de-pé sentado, em diversas cores e tamanhos. Atendemos aos sábados e domingos, depois do Programa Sílvio Santos. Tratar com
Vadico - Rua Cristo Rei, 240 - Curitiba/PR.

Problemas.
Resolvo todos, desde palavras cruzadas até equações complicadas e brigas de rua. Salete. Rua Caramaí, 11 - Itú/SP.

Aviso.
O cão é o melhor amigo do homem, quando a onça não está por perto.
Avisador Misterioso - Londrina/PR.

Bicicleta.

Jogador de futebol, 35 anos, especialista em gols de bicicleta, oferece-se para trabalhar em qualquer time que esteja precisando desse tipo de atleta. Faço gols de escanteio de olhos fechados. Sebastião “Foguetinho”- Rua Ases de Cataguases, 456 - Alfenas/MG.
Tijolos.
Educadíssimos. Andam sempre juntos. Em jantares pedem sempre filé de badejo com batatas e purê de espinafre. Alugamos.
Olaria do Thadeu - Rua Caifás - Itú/SP.

Aviso!
Não se deve cutucar a onça com vara curta - Avisador Misterioso - Londrina/PR.

Marilda.
A chave está debaixo do vaso de dinheiro-em-pencas, na área. Se você chegar antes de mim, esquente o feijão. Talvez eu leve alguma carnezinha pras crianças.
Ernesto Barraí - Rua Portugal, 456 - Curitiba/PR.

Pirâmide.

Em perfeito estado, localizada no Egito, cercada de areia por todos os lados, três quartos, suíte, 1.028 salas, 3.450 banheiros e garagem para 14.000 carros. Totalmente financiada em 40 séculos, entrada parcelada.
Imobiliária Quéops - Rua Ivaí,s/n - Itararé/SP.

Aviso.
Os últimos serão os primeiros, mas a porta já estará fechada. -
Avisador Misterioso - Londrina/PR.

Aviso.
Diz-me com quem andas e direi se vou contigo. -
Aparício Torelly, Barão de Itararé, A Manha - Rio de Janeiro/RJ.

Guarda-chuva.
Vendo, de porte médio, meio gago e meio bobo. Aceito figurinhas carimbadas - Pinga, Dida, Olavo e Canhoteiro - como parte do pagamento.
Herman Del Catita - Rua Santo Inquérito, 34 - Alegrete/RS.

Pacotes.

Não guardamos para evitar embrulho.
Odilon, Bar Fecha Nunca - Rua São Pedro, 240 - Itararé/SP.

Garrafa Térmica.
Estranhíssima, porém ótima pra quem gosta dessas coisas. fala francês e italiano. Pula da mesa às três e meia da tarde e muda de cor assim que o relógio marque hora cheia Fez cursos de conservação de líquidos em Tarétsias. Troco por coleção completa da Revista do Rádio.
Eliete C. Abril - Rua Sarongue, 123 - Sengés/PR.

Pão de Açúcar.
Vendo. Excelente localização. Preço a combinar. Aceita-se o Cristo Redentor como parte do pagamento. César Stradivarius - Rua Morgue, 2 - Alfenas/MG.

Óculos.
Claros e escuros, todos com vista para o mar. Ótica Mirabel - Rua dos Alemães, 34 - Joinville/SC.
Solda Karloff - Foto sem crédito.

Um testemunho, mas sou analfabeto neste yogurt. Quero dizer que o Solda (um dos melhores cartunistas do planeta) traz consigo o limo da minha própria vida de curitibano. Guri aprontador das melhores, criativo, ultra-bem humorado, faz graça das suas próprias mazelas (vide a lenda do grupo Seqüelas, que ele criou com o Paulo (Leminski) e um outro sujeito, nos bares de Curitiba - no tempo que o planalto era habitado por ferozes dinossauros e eptosauros. O Solda não é de brincadeira, com seu humor mordaz. Seu eu pudesse contava pra todos a história das bolas de bilhar que ele roubou do botequim e depois, na porta de casa, antes de entrar, foi despejando-as uma a uma para fora de cada bolso da jaqueta, coloridas. Eu e mais alguns, dentro do carro, ficamos olhando aquilo... Melhor cartum vivo e espontâneo (estou obcecado por esta característica nas pessoas). Nunca vi.
Toninho Vaz, no Orkut.

Romeu

El País - Espanha.

Uebas!

Ao som do Zimbo Trio

vide bula (poema do polaco doido)
toda família curitibana tem um louquinho
trancado no porão (dalton trevisan)
diazepan insensatez rivotril haldol
neozine esquizofrenia serzone vertigem
aropax neurose melleril noradrenalina
stelazine vigabatrin depressão risperdal
demência vozes fantasmas propanolol medos
prozak alucinações socian cerebrastenia
letargia alienação mental psicopatia
anafranil raciocínio absurdo efexor cefaléia
cansaço pavorzoloft desconfiança ziprexa
hostilidade remeron akineton afeto diminuído
depakene palmelor hiperprexia tegretol
ansitec rigidez muscular daforin
leponex evidência de instabilidade autonômica
anatensol parnate alterações de pensamento
dogmatil stelapar delírios convulsão
sonolência orap discurso indistinto midríase
visão borrada hipotensão tontura carbolitium
acatisia edema periférico boca seca constipação
os pacientes alterados devem ser mantidos
fora do alcance das visitas
(aos internos do hospital espírita de psiquiatria
bom retiro, por alguém que
esteve lá, prontuário nº 35264)

Álbum

Don Suelda: quando vi esta bunda desaforada lembrei: vou mandar pro Solda. Escracho e deboche total! Lá na minha Itararé - Arroio do Meio - anualmente acontece uma gincana que movimenta toda cidade. As equipes vencedoras sempre recebem uma placa em homenagem que é colocada num espaço reservado especialmente para isso numa praça de lazer. Curê (com o "r" invertido) foi uma das vencedoras. Um abraço, Liz Kasper.

Vale a pena ver de novo...

Foto sem crédito.

Clepsidra

Hoje, no Salão de Eventos do Museu Oscar Niemeyer, a partir das 11h, acontece o lançamento do livro de arte Clepsidra, resultado da parceira do artista plástico Rones Dumke com o jornalista, escritor e poeta Otávio Duarte. A obra tem projeto gráfico de Guilherme Zamoner e foi editada através da Lei de Incentivo à Cultura.
Segundo Otávio Duarte, responsável também pela edição, Clepsidra é uma obra de arte que reflete sobre a trajetória do ser humano. O título resume a idéia, projetando os sentimentos e as percepções do mundo desde a época das primeiras formulações sobre a existência e levando a reflexão aos dias de hoje. Clepsidra era o nome do antigo relógio de água que os gregos usavam para marcar a passagem do tempo.
A água captura o tempo, e o tempo abre suas páginas para desvendar a história da humanidade e a própria história da arte. Formas e palavras se integram e se interligam, uma complementando a outra, mas guardando suas próprias especialidades e independência, numa simbiose artística que tem o espaço gráfico como “hospedeiro”.
Como resultado deste processo criativo, Clepsidra sintetiza poeticamente a busca do homem por um sentido. Para isso, divide-se entre as colagens de Rones Dumke e os poemas de Otávio Duarte.
Não é uma coincidência. Nos últimos anos, Rones Dumke, um dos mais respeitados pintores do Paraná, trocou a excelência do desenho, que domina com maestria, pelo mergulho em colagens de inspiração surrealista.
Esse processo começou de forma embrionária em 1999 e se estendeu inicialmente até 2002, quando Rones apresentou suas primeiras colagens - feitas ainda com xerox das reproduções originais - ao artista plástico Carlos Scliar, no Rio de Janeiro.
Surpreendido pela qualidade e originalidade das obras, Scliar comentou com Rones: “Você não tem nem idéia da dimensão do universo que se encontra atrás da ‘porta criativa’ que você abriu com este novo trabalho”. E, sabiamente, deu a Rones a seguinte sugestão: “Por que você não utiliza os próprios originais para a composição das colagens?”.
De volta a Curitiba, Rones retomou seu trabalho e, sem dó nem piedade, empunhou a tesoura e começou a recortar todo o seu acervo de livros antigos, a grande maioria edições estrangeiras a partir do século XVII, adquiridos em longas incursões e pesquisas nos sebos de livros da cidade ao longo de toda a sua vida.
Simbolicamente, foi quando o artista, em seu processo criativo, deu corda ao seu “relógio artístico” e o tempo começou a fluir nas águas de infinitas possibilidades e formas de Clepsidra.
Ou, como comentou Fernando A. F. Bini, professor de História da Arte e crítico de arte, no texto de apresentação do livro: “Como a água que escorre quando circula pelo relógio, Clepsidra representa a passagem do tempo como a própria passagem da vida”.

Serviço: Lançamento do livro de arte Clepsidra, de Rones Dumke e Otávio Duarte. Hoje, as 11h, no Salão de Eventos do Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999 -Centro Cívico), em Curitiba. Entrada franca.

Figuraças!

Iggy Pop. Foto sem crédito.

Paixão

Gazeta do Povo.

Tempo, tempo, tempo

No Bazar do Solda, no milênio passado, todo mundo usava óculos: Beto Bruel, Manoel Carlos Karam, Dante Mendonça e Maí Nascimento. Foto de Misquici.

Musa

Foto sem crédito.

Benett

Gazeta do Povo.

La vergüenza de Nicole Kidman

Nicole Kidman dice que su marido Keith Urban, cantante de country le da demasiado respeto como músico como para cantar delante de él, porque teme que se burle de lo mal que lo hace. "Nunca, jamás cantaría en frente de él. Ni siquiera pondría un CD donde yo apareciera cantando", declara la que grabó una versión moderna del éxito de Frank y Nancy Sinatra, Something Stupid, junto a Robbie Williams. "Es que Keith es muy duro con ese tipo de cosas y es altamente musical, así que no me atrevería", concluye la australiana. REUTERS - El País.

Cruelritiba: pieguices à minha Curitiba

Foto de Lina Faria.
Foto de Albert Nane.
A curitibaníssima Bárbara Kirchner é servidora pública federal, graduada em Direito pela UFPR em 1999, mestranda em Direito do Estado pela mesma casa. Cantora de bandas independentes do cenário local nos anos 90s (Zaius e Nefelibatas), retornou à interpretação através de Octávio Camargo e Thadeu Woijciechowski, contribuindo com a parceria em mais de 80 canções.
Sonho de outra profissão, o que seria: Terrorista.
Dando a sexta-feira por finda, um fim de semana perfeito: Chuva em Curitiba.
Serra abaixo ou serra acima: No meio... bem no meio da serra.
A mais bonita paisagem do Paraná: Santuário do Cadeado, no Caminho do Itupava.
A mais bonita paisagem urbana de Curitiba: A mulher nua do Umberto Cozzo, na Praça 19 de Dezembro... pequenina diante do imponente homem nu a olhar para o noroeste do Paraná.
Uma rua da cidade: Senador Alencar Guimarães.
Um sábado de chuva: Carnaval.
Um domingo de sol: Finados.
O que você não dispensa no inverno: Passar frio na terrinha.
O que você não dispensa em qualquer estação do ano: Poder dizer aos quatro ventos que em Curitiba elas acontecem em um só dia.
O que é muito bom fazer sozinha: Obrar.
Uma música para ouvir hoje: Plástica.
Outra para ouvir amanhã: Raiva destilada.
Um instrumento musical para tocar numa balada de sábado: Uma corneta bem desafinada.
Um livro na estante: Processo Administrativo, de Egon Bockmann Moreira.
Um livro na cabeceira: O Catatau do Leminski.
Um filme de ontem: O documentário A Ilha das Flores.
Um filme de hoje: O Amor Combativo, de Gilmar M. e Daniel D.
Um retrato na parede: O Kodayu (pra mim), vulgo Cláudio Seto.
Um lugar para iniciar o fim de semana: Na casa do Polaco da Barreirinha.
Um acepipe de boteco: Rolllllllmopsss.
O jantar no sábado: Um antiácido pra salvar a feijoada ainda agitada.
O almoço de domingo: Casa da mãe.
Uma receita de estimação: Pinga com limão.
Nenhum, pouco ou bastante alho: Muuuuuuuuuuuito.
Uma sobremesa: Bolo da Rai.
Um copo para o espírito: O vento.
Metade cheio, metade vazio: O Congresso?
Saudades de um sábado qualquer: Os ensaios com Zaius e Nefelibatas.
Uma viagem: O Plá, Ademir Antunes.
Quem você convidaria para passar um fim de semana de sonho: O Dalton Trevisan.
Noite de domingo, o que lhe parece: Silvio, o Santos.
Há a perspectiva de segunda-feira, o que lhe dá preguiça: Abrir os olhos.
O que assusta embaixo da cama: O velho bicho-papão.
Uma frase sobre Curitiba: Curitiba é um copo vazio cheio de frio.
Dante Mendonça (29/11/2008) O Estado do Paraná.

Solda

O Estado do Paraná.

Friends

Alice Ruiz e Wilson Bueno - meio século de amizade, mas acho que ela acaba de pisar no pé dele. Foto de Paulo Koehler.

Monstros

Caro Solda, essa é a divulgação do show dos Monstros no Festival B de Banda do Jornal do Brasil, nós estamos concorrendo com 20 bandas a uma vaga no Festival MADA -Música Alimento da Alma que vai acontecer em setembro de 2009 em Natal/Rio Grande do Norte e ainda a uma gravação pela gravadora Deck Disc, com a votação do público e de um corpo de jurados... O show será no dia 1/12, segunda-feira na Boate Melt, localizada na região do legendário Baixo Leblon aqui no Rio. Valeu!Obrigado.
Paulo Leminski Neto.

Crist

Clarín - Argentina.

Solda

O Estado do Paraná.

Maringa's camisetas

Foto de Newton Maciel.

Sexta-feira, Novembro 28, 2008

Álbum

Albert Piauí, presidente da Fundação Nacional de Humor, em Teresina, com a camiseta do ACT Bazar, craro, cróvis! Foto de Soruda-san.

haicara

James Dean. Foto sem crédito.

Leia Solda pra lembrar da alma

Foto de Lina Faria.
Entre um e outro e-mail vindo de outra galáxia, alguma coisa me lembrou daquele tempo. Tempo em que um sujeito que escrevia versos encontrava o tipo que fazia música e uma canção saía cantando pela cidade. Em que o cara que conhecia tipologia e ilustração pegava um texto qualquer da mão do camarada que escrevia e o transformava em alguma coisa. E o índio velho quando queria fazer uma peça logo reunia a caboclada que tinha um texto, uma luz, um som, uma cenografia, um figurino, um gesto. Se a memória não me falha, era um tempo de encontro entre as diferentes figuras que faziam essas coisas. E me lembro vagamente de que os jornais publicavam, as galerias expunham, havia temporadas em teatros, a televisão filmava e, no final, todo mundo tocava e cantava junto.
O resto você sabe: todo mundo foi esmerilhar a alma e virar especialista. O tempo encurtou, tudo ficou difícil, a galera deixou de besteira e foi cuidar da vida. Encontros? Só via fax, telefone, internet, velório.
Não sei se aquele tempo era melhor ou pior. Afinal, dá pra perder tempo sentindo falta daqueles palhaços? O que eu sei é que o Solda, com certeza, continuou se encontrando, como antigamente. Pois ele era, ao mesmo tempo, o cara do texto, o sujeito do desenho, o cara da música, o índio velho e a caboclada do teatro.
E você, leitor, está convidado a deixar de remoer o passado e vir de encontro ao texto pateticamente engraçado e poeticamente poderoso do Solda, cujo poder de atração, capaz de reunir tantas coisas, fatos e pessoas está à sua disposição, fora do tempo, e-mail que cai do céu. Coisa do coração. Coisa de alma pra alma. Esse tipo de coisa que coisa nenhuma pode afastar de nós. Lembra?
Roberto Prado (primavera, 2001)

Ostras parábolas

Figuraças!

Shane MacGowan. Foto sem crédito.

Uebas!

Foto sem crédito.

7 de junho de 2009

20 anos sem Paulo Leminski. Foto de Dico Kremer.

Teatro Paiol

Pancho

Gazeta do Povo.

FestFotoPOA

Uebas!

Tempo, tempo, tempo


Segunda-feira, dia 13 de setembro de 2005, fui atacado por um datilógrafo de aluguel, defendendo “aquilo”, vocês sabem quem, de um conhecido jornaleco de circulação exclusiva no Centro Cívico. Condenou-me ao inferno. Ótimo. Melhor que passar a eternidade junto com essa manada de cricrizões. É um caso patológico. Solda.

Orlando paparazzo

Cau Gomez espantado, bah, tchê!, no Festival Internacional de Humor do Rio. Foto de Orlando Pedroso.

Charge antiga

Publicada n' O Estado do Paraná.

Quem é que faz essas fotos?

Um paranista e um coxa-branca

Ernani Buchmann, namastê!, e Soruda-san, com o seu uniforme oficial (camiseta dos Skatalites e jaqueta de couro). Foto de Toninho Vaz.

Dibujo

Desenho de Orlando Pedroso.

Charge antiga

Publicada n' O Estado do Paraná.
por que, kliebnikov ?
lendo maiakóvski
o coração é saudado
por thadeu wojciechowski
e marcos prado
plagiando pound
o coração de novo bateu
a salvos no primeiro round
pelo gongo marcos e thadeu
personificando pessoa
o coração é multiplicado
um heterônimo thadeu
outro, marcos prado
decorando gregório de matos
o coração pela boca desceu
a todos os santos com o marcos
ao inferno com o thadeu
escrevendo com augusto dos anjos
o coração se fez tripa e fedeu
ai daqueles que são marcos
ai dos que não são thadeu
thadeu wojciechowski e marcos prado
O Bardo.

Hoje

Rá!

Prenda-me se for capaz. Foto de Letícia Passowski.

Paixão

Gazeta do Povo.
ando atado a um banzo danado
e vigília paciente pela boa notícia:
que a obstetrícia, afinal, traga a luz à Berta -
não perguntei se tem agá no nome
um desses mistérios faz com que, justo hoje,
no telejornal, a silhueta da órfã peça:
um pai, uma mãe, alguém que a ame -
e um aperto enorme me acode,
não é este o sempiterno reclame?
boczon
Amy Winehouse, Adegão, em seu habitat.
Foto sem crédito.

Maringa's camisetas

Foto de Newton Maciel.

Álbum

Luana Piovani. Foto sem crédito.

Tiago Recchia

Los 3 Inimigos - Gazeta do Povo.

Tempo, tempo, tempo

Teatro Paiol, 1975: da esquerda para a direita, Bellenda, Fernando Alexandre, Rettamozo, Nélida Kurtz (Gorda), Ruth Bolognese, Solda, Dante Mendonça e Angeli. Abertura da exposição 12 Desenhistas de Humor. Foto de Misquici de Vez.

Figuras de Campo Maior (PI)

Foto de Kenard Kruel.

Alhures do Sul

Jamil Snege, 1939/2003. Foto sem crédito.

Uebas!

Benett

Gazeta do Povo.

Quarta-feira

Toninho Vaz, Lucina e Felipe Cerquize no lançamento do livro Conversa Rimada, parceria dele com a cantora Luhli. Foi na livraria Da Conde, no Leblon. O Felipe, generosamente, posa com o livro do Vinícius Alves, o poeta da ilha inundadada. SOS poesia. Foto de Carol.

Blog da hora: 7:28

Quem é que faz essas fotos?

Erlich

El País - Espanha.

Tempo, tempo, tempo

A atriz Vera Prado, hoje Vera Solda, na peça Bolas de Papel, texto e direção de Manoel Carlos Karam, no extinto Teatro de Bolso, na Praça Rui Barbosa, década de 70. Foto de Nélida Kurtz, a Gorda. Solda.

Dulcinéia Catadora

Foto sem crédito.
Alguns dos últimos lançamentos da mais que "cult" Dulcinéia Catadora, de Sampa, com títulos, inéditos, de dois paranaenses, Alice Ruiz e Wilson Bueno, lançados nesta quinta-feira, 27, na Mercearia São Pedro, "point" da melhor boemia e intelectualidade paulistanas. Ser publicado pela Dulcinéia é o que há... Solda.

Tiago Recchia

Gazeta do Povo.

Poluicéia desvairada!

Casa lotada
Não sobrou nem pra remédio
Salada esgotada

Foto de Lee Swain.

Solda

O Estado do Paraná.

Cruelritiba: tempo, tempo, tempo

Kátia Kertzmann, Mário Schoemberger e Viviane Beltrão. Foto de Lina Faria.
Foto sem crédito.
Não é de hoje, há muito estamos desconfiados que São Pedro não é lá dos mais simpáticos com os brasileiros. Se não é seca no nordeste, é dilúvio no sul. E, para agravar a situação, o inamistoso desafiou o próprio presidente da República: “Marolinha? O Lula vai ver o tamanho das nuvens que vou estacionar sobre Santa Catarina!”.
A Madame do Batel, enquanto separava os adjutórios para os flagelados, falava com uma amiga ao celular:
Querida, estou em dúvida para essa temporada de verão. Não sei se levo para praia guarda-sol ou guarda-chuva!
Segundo os entendidos em tempo bom e tempo ruim (os que fazem a previsão do tempo consultando apenas as fases da Lua), São Pedro vai continuar implicando com a gente até março do ano que vem.
“É a chuva chovendo, é conversa ribeira / Das águas de março, é o fim da canseira”.
Acredite se quiser, alguns provérbios sobre a relação da Lua com a previsão do tempo são infalíveis.
— Lua nova trovejada tem três dias de molhada; se no quarto continua, é molhada toda a Lua.
— Lua nova de setembro trovejada, trinta dias é molhada.
— Lua pálida é chuvosa; vermelha é sempre ventosa; se branca fica, belo tempo nos indica.
Lua cheia nunca trouxe água; só chove nos Quartos.
— Se vires a lua vermelha, põe pedra na telha.
— Se a Lua tem o círculo longe, água perto; se tem o círculo perto, água de longe.
— Lua com círculo e estrelas dentro, ou chuva ou vento.
— Lua nova trovejada, trinta dias é molhada e, se for a de setembro, até março irá chovendo.
Eu não creio em luas ou bruxas, mas que elas existem, existem. Portanto, convém seguir o exemplo da Madame do Batel e decidir, desde já, o que levar para a praia nesse verão: guarda-sol ou guarda-chuva?
Fico com o guarda-chuva, mais um par de galochas. São Pedro não perdoa e Lula abusou, quando desafiou as forças sobrenaturais, ao afirmar que o Brasil seria atingido apenas por uma marolinha. Ainda bem que o presidente sobrevoou Blumenau e viu o tamanho da marola. A bordo do helicóptero, o companheiro-presidente deve ter ficado convencido, definitivamente, que a crise é grave e exige ações governamentais urgentes. Antes e depois da lua nova de Setembro, vejamos as declarações do presidente:
1. “Bush, meu filho, resolve a tua crise!” (30/3/2008).
2. “Que crise? Pergunta para o Bush!” (17/9/2008).
3. “O Brasil, se tiver que passar por aperto, será muito pequeno!” (29/9/2008).
4. “A crise é muito séria e tão profunda que nós ainda não sabemos o tamanho!” (30/9/2008).
5. “Até agora, graças a Deus, a crise não atravessou o Atlântico!” (22/9/2008).
6. “Lá, a crise é um tsunami. Aqui, se chegar, vai ser uma marolinha, que não dá nem para esquiar!” (4/10/2008).
7. “Queremos que esse tema da crise seja levado ao Congresso!”

8. “Ninguém está a salvo e todos os países serão atingidos pela crise!” (8/10/2008).
***
Estudei dois anos em Blumenau, no Colégio Pedro II. Professor Floriani era o nosso mestre de Português. Aliás, o escritor Roberto Gomes, nascido em Blumenau, também foi aluno dele. Recordamos de Floriani como o professor brilhante e extremamente severo que fumava na sala de aula, com um detalhe espantoso para os dias de hoje: ensinava com o cigarro na boca, e a cinza não caía nunca. Solteirão, grande professor e grande boêmio, os alunos mais velhos chegavam a confraternizar com Floriani na zona do meretrício local, que tinha o nome de Tabu.
Nas provas finais de dezembro, com péssimas notas em Português, professor Floriani nos dizia:
— Quem chega ao fundo do poço é balde! Vamos trabalhar, rapaziada!
Com Floriani, nunca cheguei ao fundo do poço. Mas faltou pouco.
Aqui de longe, vendo a tragédia do Vale do Itajaí, não posso deixar de lembrar do professor Floriani. Sempre de gravata, camisa branca, quase careca e com a cinza do cigarro que não caía nunca.
Quem chega ao fundo do poço é balde. Como sempre, Blumenau vai se recuperar.
Apesar da Lua de Setembro, de São Pedro e da marola do Lula.
Dante Mendonça (28/11/2008) O Estado do Paraná.

Solda

O Estado do Paraná.

Quinta-feira, Novembro 27, 2008

Tirando de letra

Desenho de Tiago Recchia.

Rá!

Foto de Misquici.

Casa da Leitura recebe o nome de Manoel Carlos Karam

Foto de Glória Flügel.
A Casa da Leitura, unidade da Fundação Cultural de Curitiba localizada no Parque Barigüi, vai receber o nome de Manoel Carlos Karam. A solenidade em homenagem ao escritor e jornalista acontece na próxima terça-feira (2), às 15h, com a apresentação da leitura dramática do texto Bicho de Sete Cabeças. Karam morreu em 1 de dezembro do ano passado.
A Fundação Cultural de Curitiba adquiriu, por meio do Fundo Municipal da Cultura, o acervo de 3 mil volumes de Karam, incorporado à biblioteca da Casa da Leitura e a outros equipamentos de cultura do Município. Manoel Carlos Karam (1947-2007) era catarinense, mas vivia desde a sua juventude em Curitiba. Ele cursou jornalismo na Universidade Católica do Paraná, publicou sete romances e escreveu 20 peças teatrais. Em 1995, com a obra Cebola, ganhou o prêmio Cruz e Souza de Literatura. Como jornalista, trabalhou em televisão, jornais e na Prefeitura de Curitiba.
Também atuou em campanhas políticas. Seu primeiro livro publicado foi Fontes Murmurantes (1985). Depois vieram O impostor no baile de máscaras (1992), Cebola (1997), Comendo bolacha maria no dia de são nunca (1999), Pescoço ladeado por parafusos (2001), Encrenca (2002), Sujeito oculto (2004) e Jornal da guerra contra os taedos (2008). Na homenagem ao escritor, a Armadilha Companhia de Teatro fará al eitura dramática do texto Bicho de Sete Cabeças (parte do livro O impostor no baile de máscaras). Com direção de Nadja Naira, a leitura contará com a participação dos atores Diego Fortes, Alan Raffo, Sol Faganelo, Tatiana Blum e Alexandre Nero. A Casa da Leitura é uma das unidades da Fundação Cultural de Curitiba voltada à pesquisa, estudos e elaboração deprojetos relacionados à leitura e à criação literária.
A casa era um espaço cultural que ficou abandonado por 8 anos. Em 2006, a casa foi totalmente reformada pela Prefeitura, com patrocínio da Cimento Itambé, e virou Casa da Leitura. Com um acervo de aproximadamente 4.500 volumes, a Casa da Leitura faz empréstimo de livros. Localizada no Parque Barigüi, o espaço também fornece cadeiras e espreguiçadeiras para quem deseja emprestar um livro para ler no parque.
No dia 4 de dezembro, a Fundação Cultural de Curitiba inaugura mais uma unidade, a Casa da Leitura Augusto Stresser, no Parque São Lourenço.
Serviço:Homenagem a Manoel Carlos Karam. Leitura dramática do texto Bicho de Sete Cabeças. Local: Casa da Leitura Manoel Carlos Karam (Rua Batista Ganz, 477 -Parque Barigüi). Data: 2 de dezembro de 2008 (terça-feira), às 15h. Entrada franca.

8 de dezembro, 2008

28 anos sem John Lennon. Foto sem crédito.

Imperdível

Hoje, a partir das 20:00h. Mercearia São Pedro, rua Rodésia, 54, Vila Madalena. Fone 11 3815 7200. São Paulo/SP.

Quem é que faz essas fotos?

Ostras parábolas

"Vi vocês no blog do Solda!"

Mazzinha, comandante supremo das Forças Desarmadas; Dante Mendonça, o verdadeiro milagre de Nova Trento e o jornalista Paulo Roberto Marins, no Ao Distinto Cavalheiro. Foto de Misquici.

Todo dia é dia

Foto de Américo Vermelho.

Álbum

Vera Solda. Foto de Lina Faria.

Solda vê TV

Desenho da década de 90.

Uebas!

Novembro, mês do Anjo Torto

Torquato Neto. Foto sem crédito.

Ultraje a rigor

Desenho de JBosco.

Oops!

Amy Winehouse, Adegão. Foto sem crédito.

El maestro

Desenho de Miran.

Festa carimbolística 2008

Convido a todos para nossa Festa do Carimbo e também para o lançamento do projeto da oficina deste ano, os Cadernos Imprecisos. Boczon.


Uebas!

Foto sem crédito.

Faça propaganda e não reclame

Foto de Naná.
Senhoras e senhores podem ocupar seus lugares. Esta pocilga eletrônica tem a satisfação de apresentar, com absoluta exclusividade, um trecho das memórias profissionais (com título provisório Do rádio galena à website) do jornalista Toninho Vaz (foto), 61 anos. O trecho a seguir faz parte do Capitulo 1, chamado Como um realejo, quando ficamos sabendo que a primeira experiência do nosso correspondente foi como crítico de cinema do suplemento DP Domingo, do extinto Diário do Paraná, em 1969:
Em 1970, ano da conquista da Copa do Mundo, no México, fui convidado pelo radialista Gilberto Fontoura, que conheci na redação do jornal, a fazer “alguma coisa” na Rádio Independência, onde ele e Jair Brito eram os diretores. A rádio funcionava no 22º. andar do Edifício Asa e era uma das melhores da cidade, no sentido popular da palavra. Foi uma experiência rápida e sem vínculo empregatício, talvez de apenas dois meses se bem me lembro. Por iniciativa de Gilberto Fontoura, aproveitei cinco ou seis minutos diários dentro do programa apresentado por Almir Feijó – que dominava quase toda a parte da manhã – para aprender um pouco deste oficio – uma atividade que me fascina até hoje. Minha tarefa no programa – levada com a timidez própria de um iniciante – era fazer dois ou três comentários dos filmes em cartaz e chamar uma trilha sonora para ilustrar o assunto. Na minha estréia, lembro bem, escolhi o tema original de Midnigth Cowboy, de John Barry.
Acontecia neste momento, aos 22 anos, minha primeira entrevista feita com postura e cacoete de repórter profissional. Foi com Sylvio Back e Oscar Milton Volpini, diretor e roteirista, respectivamente, de Lance Maior, primeiro longa-metragem “sério” produzido no Paraná. Eram, portanto, personagens da minha reportagem especial em processo. Eles me receberam num apartamento na praça Santos Andrade, quase ao lado do monumental e combalido prédio do Teatro Guaíra. Minha memória ainda registra as irônicas alfinetadas desferidas pelo cineasta de cabelos de milho:
— Começando a trabalhar agora, hem?... Com certeza é mais um fã do cinema americano.
Ele estava certo. Naquele mesmo ano inclui pelo menos cinco filmes americanos na minha lista dos dez melhores: Voar é com os pássaros e Perdidos na noite eram dois deles. Era uma postura que contrariava os apaixonados pelo moribundo cinema de arte europeu, profundo e pesado, que dava sinais de esgotamento nervoso. Surgia uma nova geração de cineastas americanos que tinha carisma além de uma boa idéia na cabeça: Robert Altman, John Cassavetes, Sidney Pollack, Polanski (embora polonês de nascimento), etc... Mas, para todos os efeitos, é bom dizer que sempre gostei de Godard, Bergman, Truffaut, Fellini, Kubrick – e que o resto não passa de bobagem de cinéfilos.
Enquanto isso, para ganhar dinheiro, eu trabalhava e batia ponto diariamente numa repartição pública do Estado; a partir de 1964, como contínuo e mais tarde como Escrevente datilógrafo. Permaneci neste emprego até 1974, quando me afastei exercendo a função de Chefe do Serviço Administrativo do Departamento Médico do I.P.E. Foi quando o jornalismo me cooptou de vez.
Segue no próximo folhetim.

Clepsidra

O Cultural Office tem a satisfação de convidá-los para o lançamento do livro "Clepsidra", de Rones Dumke e Otávio Duarte. O livro celebra a parceria poética entre as colagens do artista plástico Rones Dumke e os poemas de Otávio Duarte.
Contamos com sua presença no próximo sábado (29), às 11 horas, no Salão de Eventos do Museu Oscar Niemeyer, Rua Marechal Hermes 999, Centro Cívico, Curitiba. O projeto foi viabilizado através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura com o patrocínio da Brasil Telecom e Bonaparte Hotéis.

Todo dia é dia

Marcos Prado - 1961/1996.

Tempo, tempo, tempo

Foto sem crédito.
fêmea? sei é que sou tão macho
que sorvo o pênis mais próximo
melhor ainda se for amado
só para ter de volta
o que por uma ira genética
me fora mutilado
doris giesse

Tempo, tempo, tempo

Dina Sfat - Foto de Antonio Guerreiro.

Alegre Teresina

Uebas!

haicara

Winona Ryder - Foto sem crédito.

Charge antiga

Publicada n' O Estado do Paraná.

Cara de um, focinho do outro

Yasser Arafat e Ringo Starr. Fotos sem crédito.

Álbum

Bárbara Kirchner. Foto de Gilson Camargo.

Musa

Foto sem crédito.

Quem é que faz essas fotos?

Anote na agenda

Dibujo

Iara Teixeira. Desenho de Betina, 6 anos, filha
de Raquel e do chargista Paixão.

Maringas's camisetas

Foto de Newton Maciel.

Uebas!

Erlich

El País - Espanha.

Hoje

Imperdível!

Uebas!

Foto sem crédito.

Novembro, mês do Anjo Torto

Torquato Neto e Scarlet Moon. Foto de Ivan Cardoso.

Ela

Foto de Márcio Santos.
rosai por nós

nossa senhora da flor roxa
rosai por nós
assim na vida
como no chão
a primavera de cada ano
nos dai hoje
encantai nosso jardim
assim como encantamos
o do vizinho
e não nos deixeis cair na tentação
de esquecer tuas flores

música: chico César
letra: alice ruiz

Anote na agenda

Crystal Plaza Shopping Center. Rua Comendador Araujo, 731, Batel, Centro Curitiba/PR. Fone: 41 3232 8081.

El corazón de Bush se ablanda por un par de pavos

El presidente estadounidense George W. Bush observa al granjero Nathan Hill (a la derecha) tras perdonar al pavo llamado Pumpkin junto con los miembros del la Asociación Nacional de los Pavos en el jardín de la Casa Blanca. El perdón a un pavo es una tradición de la Casa Blanca el día antes de Acción de Gracias. EFE - El País.
Camboriú. Foto de Edson Goeldner.

Solda

O Estado do Paraná.
Frank - A Notícia (SC).

Romeu