Sábado, Fevereiro 28, 2009
"Soy como una azafata en las escenas de sexo"
Kate Winslet afirma que cada vez le preocupa menos lo que piensen de ella al aparecer desnuda en el cine y que en ese tipo de escenas trata de estar tranquila, igual que hacen las azafatas "cuando los aviones atraviesan turbulencias". La actriz que acaba de ganar un Oscar por su papel en The Reader reconoce que no tiene ningún pudor en la gran pantalla: "No hay nada de sexo real. Lo más importante es que tiene que parecer auténtico, me obsesiona el perfeccionismo". La intérprete compara rodar escenas de cama con subirse a un avión, al asegurar que "es como un vuelo". "Cuando las turbulencias se vuelven más intensas, mientras que la tripulación no entre en pánico, todo va bien", añade. Reuters - El País.Mostre a cara
1ª Oficina de Criação Dramatúrgica, com Fátima Ortiz e Renato Perré. A Céu Vermelho Produções e a Cia. do Abração oferecem, gratuitamente, 15 vagas para interessados na prática dos conhecimentos acerca das possibilidades da dramaturgia dirigida à criança, num processo de criação e elaboração de caminhos para a escritura do texto. Objetivos:Propiciar a manifestação e o exercício das idéias do escritor. Subsidiar os participantes com suportes teóricos e ferramentas criativas. Oportunizar a troca de idéias e a experimentação de cenas e situações dramáticas. Garantir a produção de roteiros sólidos para a escritura do texto. Apresentar e registrar tecnicamente os projetos ao término da oficina. Metodologia: As abordagens terão caráter teórico-prático. A base para o desenvolvimento do trabalho serão os projetos individuais ou de grupos, buscando os diferentes caminhos para a construção dramatúrgica. Quando: de 02 a 05/03/2009, das 19:00h às 22:00h. Onde: na sede da Cia. do Abração (Rua Paulo Ildefonso Assumpção, 725). Tal ação faz parte do Projeto Investigação de Teatro Para Crianças – Um espaço para mostrar, refletir e repensar o teatro para crianças, viabilizado através do Edital de Pesquisa de Linguagem Teatral da Fundação Cultural de Curitiba que acontecerá ao longo de 2009, com diversas ações. As vagas são limitadas. Os interessados deverão fazer sua inscrição por email ou telefone, mas a garantia da mesma fica condicionada à confirmação pessoal, na sede da Cia. do Abração, até o dia 2 de março.
Informações e matrículas através dos fones 41 3362 9438 ou 41 3362 9595.

Maria Celeste Corrêa é jornalista e escritora. Nasceu em Porto Alegre e vive em Curitiba há 20 anos. É casada com o fotógrafo Zig Koch e mãe de um piá curitibano chamado Zé Pedro. Atuou por 12 anos como repórter e apresentadora de TV. Entre outros, é autora do livro Araucária – A Floresta do Brasil Meridional. Sonho de outra profissão, o que seria: Ah, eu queria ser cantora! Descobri isso aos três anos de idade, quando vi Elis Regina cantando.Dando a sexta-feira por finda, um fim de semana perfeito: Pizza na noite de sexta-feira. Almoço com a família no sábado. Encontro com amigos no domingo.
Serra abaixo ou serra acima: Serra abaixo, na Iha do Mel, onde me inundo de sol, mar e alegria!
A mais bonita paisagem do Paraná: É a Serra do Mar, majestosa, deslumbrante, única.
A mais bonita paisagem urbana de Curitiba: O Parque Barigüi, pela beleza, pela valorização do encontro, pela urbanidade.
Uma rua da cidade: No Alto da XV há uma rua onde se vê o trilho do trem, em curva, ladeado por árvores.
Um sábado de chuva: Filme alugado, pipoca e risada.
Um domingo de sol: Passeio pelos Campos Gerais, olhando as colinas onduladas e os capões de araucárias.
O que você não dispensa no inverno: Pinhão.
O que você não dispensa em qualquer estação do ano: Chimarrão.
O que é muito bom fazer sozinha: Ler deitada no sofá, acarinhando meus gatos. Caminhar na areia da praia, com o mar batendo nas pernas.
Uma música para ouvir hoje: Everything is Coming Our Away, de Santana.
Outra para ouvir amanhã: Águas de Março com Elis Regina e Tom Jobim.
Um livro na estante: Era dos Extremos – O breve século XX, de Eric Hobsbawm.
Um livro na cabeceira: Prosa do Observatório, do argentino Júlio Cortazar.
Um filme de ontem: Digo três: Cinema Paradiso, A Festa de Babette e Meu Pé Esquerdo.
Um filme de hoje: Minha alma de jornalista foi tocada por boa noite e boa sorte e também por A Vida dos Outros.
Um retrato na parede: Eu e minhas três irmãs tomando banho de chuva.
Um lugar para iniciar o fim de semana: Qualquer lugar cercado de amigos por todos os lados.
Um acepipe de boteco: Bolinho de bacalhau.
O jantar no sábado: Gosto dos risotos molhadinhos e das massas com molhos caprichados.
O almoço de domingo: Um bom churrasco.
Uma receita de estimação: No inverno, adoro tomar sopa de mandioca com frango cortado em cubinhos e cheiro verde.
Uma sobremesa: Adoro torta de limão, brigadeiro de colher e doce de abóbora bem apuradinho.
Um copo para o espírito: Vinho, sempre.
Metade cheio, metade vazio: Um copo de Paciência. Quando é demais, há gente que abusa. Quando é de menos, pode-se perder a razão.
Saudades de um sábado qualquer: Todos os sábados que tive a ventura de passar ao lado do meu amigo Manoel Carlos Karam.
Uma viagem: Eu, Zig e Zé Pedro em Nova Iorque por 12 inesquecíveis dias!
Noite de domingo, o que lhe parece: Tem de ter muita conversa e um lanche bem gostoso.
Há a perspectiva de segunda-feira, o que lhe dá preguiça: Burocracia e fila de banco.
O que assusta embaixo da cama: A violência urbana que sufoca, tolhe e assombra.
Uma frase sobre Curitiba: Curitiba foi paixão à primeira vista e se transformou em amor de uma vida toda. Nessa cidade, até o frio me aquece a alma. Dante Mendonça (28/2/2009) O Estado do Paraná.
El César "funerario" de Dustin Hoffman
El homenaje a toda una carrera profesional en el mundo del cine, como el César que recibe el actor estadounidense Dustin Hoffman en París, es para el artista algo así como un "funeral anticipado". "Cualquiera que recibe un premio por toda su vida profesional experimenta eso: un funeral anticipado, eso es exactamente lo que es", ha bromeado Hoffman, de 71 años, que ya ha recibido dos premios Oscar durante su carrera. Frente a ello, Emma Thomson, su compañera de reparto en la película Last chance Harvey, que presentan hoy por hoy en la capital francesa, ha apostillado: "He estado en muchos funerales y, en general, son mucho más divertidos que muchas bodas a las que he ido". REUTERS - El País.Olivia Pedroso
Pizzaria do Babbo, dia 3 de março, terça-feira. Rua Joaquim Anunes, 824, entre a Arthur de Azevedo e a Theodoro Sampaio, a partir das 20h, São Paulo/SP. Foto de Bruna Bazzo.
Entre as boas coisas de Curitiba, uma, em especial, é o escultor e performer Hélio Leites. Não contente em ser o fundador da Associação Internacional do Botão, papa da Igreja da Graça, esta mesma que, ao contrário da Desgraça, só faz rir, a presença indissociável de todo evento que se preze na cidade, de noite de autógrafos a sessão de mágica, "condecorando-nos" com pequenos "selos" botânicos criados especialmente para a ocasião. Hélio Leites vem provando, há algum tempo, que Curitiba, ao contrário das más-linguas, tem teatro, sim, e dos bons.
O seu é um teatro originalíssimo, feito no meio da rua, para platéias que não excedam a meia dúzia de pessoas e tendo como palco os exíguos centímetros quadrados de uma caixa de fósforos. Isto mesmo, gentil leitor, é numa caixa de fósforos, transformada em palco, com micropersonagens móveis esculpidos a partir de palitos de sorvete, que dá a incalculável cena, a mesma que faz brotar, do riso e da curiosidade de espectadores enfeitiçados, a poesia mais imensa. E o que é melhor - espectador que deseje, leva o teatro para casa, com a caixinha em que se deu o espetáculo, mais os personagens e o cenário que a compuseram, vendidos a preço módico. O que era teatro, pura mágica, se converte numa peça de escultura. O resto e chapéu do palhaço inventor...
Tenho aqui no estúdio do Boa Vista algumas dessas caixas de fósforos que um dia foram teatro de rua, sobretudo aquela que, segundo o próprio Hélio, é uma das mais concorridas, o que muito me honra, pois criada a partir de um texto meu, do livro "Manual de Zoofilia". Sou o minidramaturgo deste microespetáculo todo feito à mão...
Trans-miniatura de um envelope, a caixa reproduz, frente e verso, respectivamente o espaço do destinatário e do remetente; as bordas, listradas de verde-amarelo, têm como modelo o envelope padrão nacional dos Correios, e dentro dela, em seu palco armado, vige, mínimo, espetaculoso, quase sonoro, - em torno de dois minúsculos ovinhos esculpidos em grão de arroz e esmaltados de branco! - um casal de corruíras. É que, no poema, falo da primavera já antiga em que Deus mandou notícias cá para o tugúrio na forma de um ninho de corruíras dentro da caixa de correspondência que a família mantém fincada no portão.
Outras caixas de fósforos existem, do Santo Antônio fujão às que contam a saga da imigração japonesa: das mil-e-uma-vidas do bordel da Otília na cidade d'antanho à trêfega Polaquinha de Dalton Trevisan andando os ônibus expressos de Curitiba. Caixas para todos os gostos e feitios - caixas lúgubres com o melhor do teatro noir; caixas ouro-barro, vero fulgor; e uma caixa azul, mas tão azul, que é além que os olhos de Helena Kolody, e vos narra, com minúcia de vida mínima, uma fábula polaca como não há mais.
Esse Hélio Leites é um cara muito estranho, capaz de pegar na asa da borboleta sem lhe desmanchar o desenho, ainda que, dele, as suas mãos sejam grandes, quase ríspidas. Daqui imagino o indispensável pássaro que há de morar nelas para que pintem e pinguem, pontículo brilhante, o diminuto olho de uma personagem (ainda) sem rosto e que, de dentro da caixa, logo mais, no centro da cidade, pode que se mexa, e pisque para você, de surpresa, seu olhículo aceso. Há também mãos e unhas que sendo microscópicas parece nunca existirem.
E eu, Hélio Leites, que só queria te dar notícia pública de que, reinventando a primavera, de novo as corruíras – desta vez no beiral da porta do estúdio, se decidiram por nós, e já voejam e gorgeiam, tramam e dançam um quiçá ninho indecifrável. Que notícias agora no bico do passarinho mais pequeno?
Wilson Bueno.
(Artigo publicado na Folha de Londrina/Folha do Paraná/3/10/1999)
Sexta-feira, Fevereiro 27, 2009

Foto de Kraw Penas. O que você quer
Com essa cara de patrimônio
Público tombado?
Placas de reconhecimento
Monumento
Coroas
Botas de cimento?
Um discurso tão politicamente correto
Que chegue a balançar o teu coreto?
Bronze, chumbo, mármore ou granito
Não vão deixar você mais bonito!
Thadeu Wojciechowski
Com essa cara de patrimônio
Público tombado?
Placas de reconhecimento
Monumento
Coroas
Botas de cimento?
Um discurso tão politicamente correto
Que chegue a balançar o teu coreto?
Bronze, chumbo, mármore ou granito
Não vão deixar você mais bonito!
Thadeu Wojciechowski
e Plínio Gonzaga Filho
Segolene Royale, furiosa con la prensa del corazón
La ex candidata socialista a la presidencia de Francia, Ségolene Royal, estudia llevar a la revista Paris Match a los tribunales. Y es que en la portada de su última edición, Royal aparece paseando con un hombre en Marbella, a quienes identifican como André Hadjez, su "nuevo amigo". Su abogado propone llevar ante la justicia a la publicación, que entiende intenta "degradar la imagen de dirigente política de Royal" presentándola en la esfera de la información del corazón de manera "hipócrita e insidiosa". Royal, de 56 años y licenciada en Derecho, está separada y tiene cuatro hijos de François Hollande, ex líder del Partido Socialista y a quien Hollande, a quien conoció a finales de los años setenta. AP – El País.Foto sem crédito.
Sinto voltar ao assunto, mas o Carnaval ainda não acabou. Pelo menos para deputados e vereadores, que só retornam na segunda-feira. Fazendo um balanço da fuzarca, o “Nó do cachorro” foi o destaque da Marquês de Sapucaí e os grandes carnavalescos curitibanos só desfilam na coluna social.
Três dias antes do Carnaval, aqui neste modesto camorote escrevi que a fábrica do samba carioca passa por uma linha de montagem: viu uma, não há necessidade de acompanhar as outras.
Passada a vitória do Salgueiro, três notáveis escreveram quase a mesma coisa. A começar pela cronista Cora Rónai: “Tudo me pareceu muito igual, muito... pasteurizado. Poucas fantasias se destacavam pela originalidade ou mesmo pela beleza; pelo menos para o meu gosto, os desfiles foram pesados, previsíveis”.
Carlos Heitor Cony desengavetou um conto de Marques Rebelo para revelar em palavras o que há muito suspeitamos: é o conto de um prefeito que decide incrementar o turismo em sua cidade investindo na construção de um luxuoso palanque, cheio de camarotes, e traz uma porção de turistas na maior boca livre da região. Com o palanque cheio de bebidas e salgadinhos, toda a cidade desfilou durante três dias diante do palanque para apreciar os turistas bebendo e comendo à custa das burras municipais: “Gente que nunca tinha visto um turista, nem sabia ao certo o que era e o que fazia um turista, deslumbraram-se com o surto de civilização e progresso que o prefeito trazia à cidade”.
Neste fevereiro, no palanque do prefeito, a grande estrela foi a surpreendente passista Marisa Letícia, acompanhada do porta-bandeira Lula da Silva, que nos apresentou um novo coquetel: “Nó de cachorro”.
Afinal, para quem é feito o desfile das escolas de samba? Midas da televisão, José Bonifácio Sobrinho (Boni) é quem pergunta e responde: “Atualmente os desfiles são dirigidos a um alvo composto: um pouco para o povo, um pouco para os pagantes, um pouco para a televisão e, quase totalmente, para os jurados. Daí a diferença de reação do povão em um ensaio gratuito, da platéia paga nos dias de desfile e do resultado final do júri. O desfile não sobrevive sem ter apelo como um todo, mas na essência, ele é técnico. É preparado por cada escola para obter as melhores notas em cada quesito”.
***
Enquanto no Carnaval carioca o sucesso foi o “Nó de cachorro” do Lula, no Carnaval de Curitiba o grande desfile de fantasias aconteceu na coluna do Reinaldo Bessa.
Quem disse que curitibano não é afeito ao Carnaval? Na passarela do Bessa, quem primeiro desfilou em alto estilo foi a colunável Clemilda Thomé, destaque do segundo carro da Beija-Flor. Bem dentro do enredo (no chuveiro da alegria), dona Clemilda deu um banho. E ainda mostrou-se das mais sinceras: “E você tem o samba no pé?”, perguntou o colunista. A dona da Neodent abriu seu belo sorriso e respondeu: “Não, não tenho samba no pé. Além disso, vou estar no alto do carro. Lá não dá para sambar”.
Depois da Thomé, desfilaram com igual brilho na coluna do Bessa os casais Débora e Fabrício Macedo, Adriana e Marcelo Gava, ao lado do gatão malhado Eliseu Portugal, todos fantasiados a caráter na ala “Banho de gato”. Carlos e Glô Amastha saíram na Portela e a ex-miss Paraná Mônica Gulin não foi tão feliz, sendo destaque no carro abre-alas da Vai-Vai, em São Paulo.
Já os nossos políticos desfilaram para o colunista Fábio Campana, retratados na Banda de Guaratuba, do carnavalesco e presidente da Assembléia, Nelson Justus. Mostrando que são bons de samba, lá ainda se exibiram o senador Alvaro Dias, junto com Doático Santos, o deputado Ney Leprevost e os puxadores de samba RenatoTrombini, empresário, e Orlando Pessuti, vice-governador. No próximo ano, aguardem, os ilustres foliões serão fotografados em torno de uma garrafa de “Nó de cachorro”.
Decididamente, curitibano só gosta de Carnaval se o desfile acontecer na coluna social.
Dante Mendonça (27/2/2009) O Estado do Paraná.
Bisbilhotecando
Foto sem crédito.
O Gritinho de Carnaval da Bisbilhoteca foi um sucesso! As crianças e os pais divertiram-se pra valer, confira na foto em anexo. Depois do merecido descanso carnavalesco, já estamos preparando muitas atividades legais para a criançada neste ano! Neste próximo sábado, voltamos com às Contações de Histórias. Confira o programa:
Sábado, dia 28/02
11h - Cia Girolê, numa nova história do nosso tão Jorge Amado: "Gato Malhado e Andorinha Sinhá"
11h - Cia Girolê, numa nova história do nosso tão Jorge Amado: "Gato Malhado e Andorinha Sinhá"
16h - TOF Cia. - um encontro com os palhaços mais queridos do pedaço: Teofone e Jurubeba!
E aproveitamos para avisar: a partir do mês de março, as contações terão um valor simbólico de R$ 5,00 por criança, sendo que assim ganha-se um bônus neste mesmo valor para suas compras. Recebemos muitos lançamentos, principalmente das Editoras Girassol, Companhia das Letrinhas, Brinque-Book e Cosacnaify! Venham conferir.
Na edição nº100 da Revista View, de fevereiro/2009, foi publicada uma lista com o que de melhor aconteceu em Curitiba desde o nascimento da Revista TopView, ao final de 2000. E a Bisbilhoteca tem o orgulho de contar que figura entre estas 100 melhores coisas, no quesito "Diversão e Arte". Confira o texto de Cláudia Lubi, diretora da Maiscom Multicomunicação Integrada:
"A Bisbilhoteca, uma pequena livraria especializada em cultura infanto-juvenil. Há venda de livros, cursos e contação de histórias para estimular o hábito da leitura em crianças e adolescentes."
Muito obrigada! Continuem se divertindo aqui na Bisbilhoteca! Cultura Infanto-Juvenil. Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1166, loja A. Bigorrilho - Curitiba - PR.
Fone:41 3223 3038
La nueva y sana vida de Kate Moss
Que si está embarazada de su novio Jamie Hince, que si no lo está... La modelo Kate Moss no se cansa de desmentir la noticia, a pesar de que ahora, reconoce, está cuidándose mucho más y tomando vitaminas para que su salud no se resienta. De hecho, está preocupada de dejar de fumar, lo que no le resulta fácil: "Amo fumar. Sé que es malo, pero es uno de los placeres de mi vida". Y, acerca de los kilos que ha ganado, que incluso la han obligado a llevar sujetador por primera vez en su vida, la modelo ha dicho: "Es que ahora soy una mujer. Honestamente, nunca había usado sujetador y lo encuentro terrible. Mis amigos, al verme más rellena, me llaman preguntando si estoy embarazada y yo lo único que he hecho es ganar un par de kilos para hacer crecer mis pechos". AP - El País.Quinta-feira, Fevereiro 26, 2009
Ela
Foto sem crédito.
Deu no "The Mirror": Amy Winehouse meteu-se em nova confusão neste carnaval - desta vez, na Ilha de Santa Lúcia, no Caribe, e com outra mulher, cuja namorada flagrou as duas na cama!
Vale a pena ver de novo
Foto de Gilson Camargo.
Londrina, primavera de 2001. Prezado Hélio Leites: Só agora na primavera leio o que no inverno escreveu de você o Paulo Polzonoff nesse Jornal do Estado (que circulação tem? Na parte política parece daqueles que mordem para depois assoprar...).
Polzonoff e Rogério Pereira estiveram comigo num encontro com gente no Espaço Cultural Telepar. Os dois gênios, porém, certamente por detestar gente, usaram todo o tempo para falar contra tudo e todos, no típico estilo metralhadora giratória, babando raiva e inveja (para eles, ninguém presta e nenhum escritor é bom, talvez porque achem que o mundo mudará depois de seus livros, que eles, aliás, ainda não escreveram, embora o Polzonoff confesse que tem muitos projetos... É típico de uma certa categoria de críticos, escritores frustrados, aliás apenas escrevinhadores em espaços conseguidos mais por custarem barato ou nada do que por mérito).
Ele desanca você por não ser artista, mas artesão. Mas nunca vi você se proclamando artista, nem querendo fazer mal a alguém ou destilando amargura ou ressentimento. Para mim, você é antes de tudo uma pessoa brilhante, que sempre me faz bem encontrar. Quanto a classificar você, se é artista, artesão ou a arte em pessoa, deixo para as mentes classifícatórias, aqueles que só conseguem comer uma fruta nova se souberem o nome científico. A Inquisição, o III Reich, o Estado Novo, o Macartismo, o sovietismo, todos tiveram mania por classificar pecados, raças, classes sociais, inimigos, dividir e etiquetar tudo ao alcance da vista.
O seu crime é ser inclassificável, Hélio, e ter sol já no nome desperta mesmo inveja nos que não conseguem espantar as trevas da mente e o mofo no coração. Quem não consegue ter alegria nem afeto sente uma raiva danada da gente. Mas esses ditadorezinhos, com o poderzinho de escrever o que quiserem em jornaizinhos, acabam todos afastados pelos mesmos jornaleiros (os donos ou editor de jornais assim) que lhes deram espaço, depois que os danos que causam acabam custando mais que o pouco ou nada que ganham tais profissionais da ar-ar, a amargura com arrogância). Veja como é difícil pronunciar ar-ar, não parece um cachorro raivoso latindo?
A melhor forma de acabar com isso é ignorar, mas eu gostaria que você tirasse cópia disto e enviasse ao jornal/dono/editor, quem sabe percam a cabeça e me processem. Duvido que publiquem, até porque já aviso que só aceitarei publicação na íntegra (não tem páginas inteiras para desancar gente? Por que só poucas linhas para a defesa delas? Isso é simplesmente ditadura, exercício de poder econômico contra as pessoas, mas muitos grandes e pequenos jornais são assim - ainda).
Fique com um abraço, Hélio, continue a brilhar e a anos encantar com seu talento e sua graça, lembrando que Jesus foi apedrejado, espancado e crucificado. Agradeça pelas pedras, pelos paulos. É com pedras que se faz alicerces. Há paulos e paulos. Eu fico com o Leminski. Eles, que fiquem com o Polzonoff.
Domingos Pellegrini.

Quinta-feira, 26 de fevereiro, é o primeiro dia útil de 2009. Dando por encerrada a folia, o calendário aperta e o povo corre atrás do prejuízo que se acumula desde o fim do ano passado. Politicamente, as correrias federal e estadual também serão grandes. Último ano que antecede o período eleitoral, 2009 é “fim de safra”. Bem a propósito, o escritor e historiador paranaense Oney Barbosa Borba tem uma crônica publicada em 1987 no livro Telêmaco mandou matar e outras crônicas, onde é explicada a expressão “fim de safra”. Contador de histórias dos Campos Gerais, Oney diz que “nós, caboclos do Paraná, sabemos o que significa a expressão muito nossa (fim de safra), quando a empregamos para definir a situação política”. E faz uma observação que não perde o viço: “Acontece que dos três milhões de pessoas que pisam agora as terras que foram dos coroados e de outros silvícolas seus parentes, quase a metade não é do Paraná, não sabe o que é “fim de safra”. Para esses, a explicação do cronista: “A colheita antiga não era completa como se faz hoje. O restolho ficava na roça. Terminada a colheita, abrem-se os fechos e o gado miúdo e graúdo invade a tingüera. A marcha acelerada é acompanhada de guampaços, coices, paletadas, tropicões nos tocos e buracos de tatu, resvalos nos fojos e peraus, onde alguns se estatelam, em luta para abocanhar o refugo do milho, feijão, abóbora, cana, mandioca, batata. O cheiro do alimento maduro desperta a voracidade dos animais na antevisão da penúria do inverno que se aproxima. Garraio de cola grossa e chifre duro, na ânsia devoradora das espigas, se atreve a frontear o `pai do gado’; capadete sarnento disputa a raiz da mandioca esquecido das mandíbulas do cachaço; rastaqüera piquira relincha e cede o lugar à custa de muitos manotaços do bagual. O que resta é pouco para comer e o gadaréu se afronta, se desconsidera, se desrespeita, na devastadora pressa de acabar o que ficou da safra. É um “vale-tudo”, sem consideração às regras de que a própria natureza dotou os animais. A conduta anormal do gado estarrece o campeiro; é o império da exceção a contrariar a lei do mais forte: bois tambeiros se tornam valentes diante de uma espiga de restolho e enfrentam tourunos e touros, no antegozo do mundo de fartura que logo se acabará. É o arrasamento do que existe de bom; é um “Deus nos acuda” no chão da roça, que logo ficará pisoteada como terreiro em frente de capela, nos dias de festa. Com as primeiras geadas os capins mimosos e outros mais tenros estarão esturricados. Aproxima-se o mês de agosto em que falta tudo ao gado. É o fim de safra”. *** Em política acontece o mesmo, conclui Oney Barbosa Borba. “Por ilogismo sobem à ribalta de altos cargos ou funções indivíduos incapazes de trabalhar para o bem público, mas suficientemente argutos para prenunciar o fim das vantagens que excepcionalmente desfrutam. Na ânsia de aproveitar o momento que não sabem interpretar como em função da coletividade, avançam, agem despudoradamente; com rapidez inacreditável agarram e se apossam do que encontram. Não lhes pesa a consciência que a ambição descompassada digere, como se estivesse localizada na região do umbigo. Afrontam a opinião pública. Aproveitam-se a mais valer. Não conhecem páginas de civismo, mas sabem de cor e salteado a “arte de furtar”, em edição correta, melhorada e aperfeiçoadíssima”. *** Descendente de Telêmaco Borba, Oney Barbosa Borba nasceu em Ponta Grossa, mas foi em Castro que começou sua carreira de escritor e historiador. Nas suas inteligentes crônicas sobre a história do Paraná, a maioria delas reflete os costumes dos Campos Gerais e, sobretudo, expõe as misérias da história política paranaense. Escrita originalmente para jornal, a crônica “Fim de safra” diz respeito a todo fim de governo. Desde Zacarias de Góes e Vasconcellos, o primeiro presidente da província imperial, até os dias de hoje. Neste “fim de safra”. Dante Mendonça (26/2/2009) O Estado do Paraná.Quarta-feira, Fevereiro 25, 2009
Numa madrugada qualquer, um ladrão entra pelos fundos de uma casa e começa, em silêncio, a arrombar a porta. Logo no início, escuta uma voz sussurrando:— Jesus tá te olhando!
O ladrão se assusta, olha para os lados (na penumbra), mas não vê nada. Segue tentando arrombar a porta e escuta novamente a voz:
— Jesus tá te olhando!
Meio incrédulo, mas com a certeza de ter escutado a frase, olha novamente ao seu redor e nada. Quando reinicia sua 'tarefa', ouve novamente a voz:
— Jesus tá te olhando!
Dessa vez, ele percebe de onde vem a voz e acende a lanterna, iluminando um canto da área de serviço. Nisso, ele vê um papagaio na gaiola e já aliviado, pergunta:
— Ah... é você o Jesus?
E o papagaio responde:
— Não. Eu sou o Judas.
— Judas? E quem é o louco que bota o nome de Judas em um papagaio?
— O mesmo que botou o nome de Jesus no Pitbull.
— Judas? E quem é o louco que bota o nome de Judas em um papagaio?
— O mesmo que botou o nome de Jesus no Pitbull.

Quarta-feira de cinzas é o dia de reparação da culpa. É quando a criatura se recolhe à oficina de Deus para fazer um completo serviço de lataria e pintura na alma. O Criador, quando nos abriu a possibilidade de pecar nos três dias dedicados à luxúria, ergueu uma placa na porta do Paraíso: “A Justiça Divina adverte: os excessos do Carnaval estão sujeitos às penalidades previstas na Lei dos Pecados Capitais”. Possuídos pelo “complexo cristão ocidental de culpa”, sempre imaginamos que o castigo de Deus seria o fogo do inferno, a grelha do demônio. Precisamos alcançar o século XXI para constatarmos que o Todo Poderoso reservou a mais cruel das penalidades para os desajuizados que optaram pelo Carnaval: a Fila Eterna. O inferno não são os outros. O inferno é a fila. A Fila Eterna. Quando o Senhor expulsou Adão e Eva do Paraíso, ele os conduziu até as rodovias de acesso a Sodoma e Gomorra e proclamou do alto da espada: - Agora conheçam o verdadeiro inferno: a fila para chegar a qualquer dos destinos! Desorientados, Adão e Eva ainda ousaram perguntar: - Senhor, após a chegada, estaremos livres de cumprir a dura pena das filas? - Este é apenas o começo do inferno. Depois vocês vão conhecer as filas da sobrevivência. Principalmente, vos digo, a fila para comprar o pão com o suor do próprio rosto. Dito isso, Ele fechou as portas do paraíso e largou os provadores da maçã à própria sorte. - Naquela encruzilhada do pecado, Adão e Eva decidiram então consultar um guia de viagem para escolher o melhor destino. Em Sodoma, dizia a programação, o Carnaval ao norte começaria já na sexta-feira, com o Bloco dos Sujos, e se estenderia pela eternidade, com o trio elétrico da Ivete Sangalo, Caetano e Gil, frevo e Alceu Valença, escolas de samba do primeiro grupo, camarote da Brahma, Banda de Ipanema, Baile dos Enxutos, todo mundo nu e ninguém é de ninguém. Porém (ai, porém!), para Gomorra o caminho era mais longo e a viagem só poderia ser feita de avião, sujeita a fila de espera, fila de aviões em atraso, fila de reclamações e, com muita sorte, fila de embarque incerto. - Gomorra é ao Sul, observou Eva, um destino mais tranquilo, com praias copiadas do paraíso, e bem mais perto. Poderemos viajar de automóvel! Adão voltou a consultar o Guia 4 Rodas e, com desagrado, observou à companheira que protegia a genitália desnuda com um folha de parreira: - Mas lá onde o mar e o esgoto se encontram chove dia sim dia não, o Carnaval é uma mal disfarçada melancolia e está infestado daqueles filhos de Deus da classe média, os expulsos do paraíso econômico. - Embora a caminho de Gomorra, argumentou Eva, poderemos passar por Curitiba, onde tem um Carnaval de zumbis, mortos-vivos que saem do cemitério para desfilar em praça pública com gingado de rock pauleira. A contragosto, Adão acompanhou a intuição feminina de Eva e decidiu descer a serra. Em busca de Gomorra, os expulsos do paraíso ajeitaram as malas e botaram o carro na via crucis, o inferno das filas rodoviárias. Depois de três dias e três noites para percorrer 300 quilômetros, passando sede, frio e raiva num carro sem ar condicionado, trio elétrico e airbag, os primeiros turistas do Velho Testamento chegaram enfim aos muros de Gomorra, um balneário nesta época do ano tomado pelos bárbaros de alto-falantes motorizados, onde foram recebidos por um imenso outdoor que dizia: - Vós que entrais, abandonai todas as vossas esperanças! Era o inferno. Não o inferno do poeta italiano, pior: o inferno das filas. Fila para beber o fel dos ímpios, fila para comer o pão que o diabo amassou. Fila para entrar, fila para sair. A Fila Eterna, o destino ao qual estamos condenados. Na Quarta-Feira de Cinzas, Adão e Eva fecharam a conta do hotel e foram à igreja mais próxima rezar: - Senhor, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu, perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, não nos deixeis mais cair em tentação e livrai-nos das filas. Amém! Dante Mendonça (25/2/2009) O Estado do Paraná.Alhures do Sul
Conheci Lena Villela como namorada, mulher e, logo depois, mãe dos filhos do Mazzinha, o João e a Marina. Era uma garota cheia de alegria e vitalidade, que se traduziam num sorriso largo e gestos idem. Uma festeira. Tinha origens rurais, no caso Jacarezinho, onde nasceu e curtiu a infância, e trânsito internacional. Estivemos juntos em várias ocasições, até no famigerado Orkut, de onde tirei esta foto dela. Agora, depois de tudo, Lena foi um cometa abatido por uma hepatite C, jamais pela luz do dia. Toninho Vaz, de Santa Teresa.

































































































































































































