Domingo, Maio 31, 2009

Foto sem crédito.
cheguei em casa truculento
estripei minha mulher
desossei meus filhos
taquei fogo nos vizinhos
não porque sou violento
mas por estar carente de carinho

acordei feliz e satisfeito
numa jaula cheia de companheiros
sem mulher, crianças e vizinhos
só com amor, carinho e compreensão
guardas, grades, cães e carcereiros
aqui protegem do mal meu coração

édson de vulcanis & marcos prado

Qui! Qui!

Foto sem crédito.

Quem é que faz essas fotos?

A ONU, que não resolve nem as pendengas lá no quintal derla, recomenda a vários países o programa Justiça Restaurativa: a idéia é que as vítimas de assaltos, estupros e outras violências se reencontrem com seus agressores pra ver se a raiva, o sentimento de impotência, o desejo de vingança ou a culpa sejam amenizados. Na tentativa de diminuir as reincidências, vale tudo no frente a frente no presídio pra conscientizar o criminoso – menos beijo de língua, acho.
Como a intenção é boa e perdões têm acontecido, não dá pra dizer que a reúna apaziguadora não funciona. Pelo menos ocorre, aqui e ali, maneirada na ferina lei de Talião. Quem sabe tal medida não ajudaria também outros contendores de outras circunstâncias? Imaginemos:
Eleitor e político
O que votou senta diante do votado e desfia na cara dele o rosário de promessas feitas e desembrulha a frustração do eleitorado, inclusive com os prejuízos sociais e sequelas institucionais. Quanta decepção jogada no colo seria necessária para regenerar um deputado, um senador, um prefeito, um governador?
Marido e mulher
Os criminosos, quer dizer, os cônjuges, iriam para um campo neutro – qualquer lugar fora de casa – cada um por sua vez apontaria algo no algoz. Se ninguém morresse no confronto, voltariam pra casa até que a morte os separasse. A vantagem dessa junta conciliadora caseira é a ausência do mediador, o custo menor e o direito aos tacapes.
Consumidor e fabricante
O cliente teria direito de levar todas as embalagens que não conseguiu abrir e tudo que a validade de produtos não validou, além do rol de anos de inútil queixume aos SACs da vida. O fabricante levaria sua disposição a um diálogo sincero, se é que isso existe.
Aluno e professor
O primeiro exibiria suas próprias deficiências, as marcas profundas que o ensino deixou na sua mente. O segundo poderia mostrar seus parcos contra-cheques. Seriam permitidos lágrimas e abraços dessas duas vítimas do sistema educacional brasileiro, do qual nenhum representante compareceria ao encontro.
Telespectador e emissora
Os dois tipos de idiotas – o que produz asneiras e o que assiste imbecilidades – sentariam frente a frente, com microfones na lapela, num auditório cheio e claques de parte a parte. Como a possibilidade de entendimento inexiste, o esforço de conciliação iria ao ar na grade de humorísticos do canal, com óbvios picos de audiência.
ONU e países
Construiriam uma sede para assembléias, onde, num imenso plenário, fariam propostas pela paz mundial e... Peraí, Fraga, isso já existe desde 1945 e o mundo só piorou de lá pra cá!
Bom, não se deve esquecer do último e brutal recurso para se resolver quaisquer espécies de antagonismos. Duelos com plumas.
Desenho de Cesar Marchesini.
PhotoBucket.

Na moldura

Lula, o metalúrgico.

Original Beto Batata - 10 anos

Lina Faria e Dóris Teixeira. Foto de Tito.

Antena da raça

Foto de Daryan Dornelles/Época.
Como é para o meu bem estar e de toda a minha família e desgosto da opinião pública, diga ao povo que renuncio. Lamento apenas não conseguir fugir de mim mesmo. Passos Dias Aguiar, ex-deputado, em alta velocidade.

Ele

Não me perguntem como consegui, mas esta é a carta-renúncia de Sir Ney: " Os recalques e o desrespeito dos humoristas se desencadeiam contra mim. Não me acusam, me gozam. Não me combatem, me ridicularizam. E não me dão cinco anos de governo. Tenho dormido dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante para realizar alguma coisa. Nada mais vos posso dar depois da moratória e da conversa ao pé do rádio. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, eu volto para o Maranhão. Escolho esse estado para estar longe de vosco. Meu fiasco vos manterá desunidos e meu fracasso será vossa bandeira de fuga. Ao riso respondo com o pendão. E aos que pensam que me gozaram respondo com outra gozação. Serenamente dou o último passo pra Academia e saio da história para cair na vida." (1988. Quando Sarney lutava para permanecer mais um ano no governo.)
Millôr Fernandes, Millôr Definitivo, A Bíblia do Caos, 5ª Edição, página 415.

Uebas!

Desenho de Cesar Marchesini.

Assim é, se me parece

Nora Drenalina recomenda:

Primeira edição: dezembro de 1977. Capa: Ivan Pinheiro Machado sobre desenho de Edgar Vasques. LP&M 30 anos.

O que o Mino anda fazendo

Dibujo

Faça propaganda e não reclame

El beso de la mujer más sexy de la última década

Ha sido en una entrega de premios. La galardonada era la actriz Halle Berry, con el premio a El "sexappeal" durante toda una década y el presentador, el también actor y cantante Jamie Foxx. La euforia por recibir el premio, en la gala "Guys Choice" de la cadena de televisión estadounidense Spike TV, se selló con un beso entre los dos actores. AP .

Anote na agenda

Brasis: Leituras Plurais

Basta!

Vai lá!

Ova-se!

Todos os domingos, 22h, 91,3 Mh.
www.radiocaos.com.br

Hoje

Foto sem crédito.
Maio, 31, 1930 - Nasce Clint Eastwood, ator e diretor de cinema norte-americano.

Paixão

Gazeta do Povo.

Álbum

Menina M.

Dos sinistros anos de chumbo, mais um mistério retorna. Apesar da ligeira faxina nos porões da ditadura, casos de desaparecidos políticos e das vítimas da tortura ainda não foram totalmente revelados. Seria um deles o estranho caso de uma menina encontrada na Lapa, como se tivesse surgido do nada. Ou do inferno.
O caso da Menina M. está recapitulado no livro “A Pedra do Caminho”, autobiografia da escritora Maria Thereza Lacerda que será lançada no próximo 8 de junho no Centro Paranaense de Cultura e, no dia 7 de julho, nas Livrarias Curitiba do Shopping Estação. O resultado das vendas será doado ao Asilo São Vicente de Paulo.
Autora de títulos saborosos ("Café com Mistura", tão gostoso que ganhou edição da Codecri, do "Pasquim"), agora Maria Thereza foi buscar nas memórias o significado para a vida e para a morte. Precisamente o que não significava muito em 1970, tempo em que veio do breu uma menina de calça faroeste, blusa banlon e short com etiqueta da Casa Boneca do Rio de Janeiro.
O relato de Thereza:
***
Em um final de tarde, quando a velha igreja do lugar estava cheia de fiéis assistindo uma novena, uma menina de menos de cinco anos surgiu na praça. Chorava e estava sozinha. O habitante do lugar que a encontrou mostrou-a a todos os que saíam da igreja, fez chamadas através da rádio local e acabou entregando-a, provisoriamente, a uma enfermeira, que a abrigou, com conhecimento da polícia. Interrogada, a menina dizia:
— Ele quebrou o rádio, a cadeira e fez um buraco no chão.
Quanto ao seu nome, respondia apenas:
— Mom... mom...
Foi encaminhada para uma escola de freiras que atendia crianças órfãs. No decorrer dos meses surgiram falsas pistas. Naquele verão, meses após o seu aparecimento na cidade, eu a conheci e as freiras pediram que examinássemos as roupas que ela vestia no dia em que foi encontrada. Elas tudo faziam para tentar esclarecer a procedência da menina. Como eu a senti afetivamente carente, convidei-a para passar algumas horas conosco. Ela se aninhava nos meus braços de maneira comovente. Os jornalistas a levaram para Curitiba, onde foi examinada por psicanalistas e até hipnotizada. Todos os que tentaram adotá-la acabaram devolvendo-a, sob a alegação de que era uma "menina difícil". A revista “O Cruzeiro”, a principal do país, providenciou a viagem de M. ao Rio, onde foi fotografada e apareceu na capa, em 1º de setembro de 1971. Portanto, sua foto foi exposta em todas as bancas, de norte a sul do Brasil. Como sempre, só surgiram pessoas que queriam aparecer na imprensa. O tempo passou, ela cresceu, mas as características da raça eslava continuavam em seu rosto. Segundo observações, demonstrava boa educação, comportava-se bem à mesa, escovava bem os dentes e era evidente que pertencia, ao menos, à classe média.
Nenhuma revelação. A menina foi educada pelas freiras e hoje está casada e morando em algum lugar do sul do país. Segundo recomendações de psicanalistas e psicólogos, seu trauma era tão intenso, que qualquer revelação poderia levá-la à loucura. O segredo de M. morrerá com ela. Guardo a revista com a foto daquela menina, que me olha sem que eu possa fazer nada por ela.
***
Para desvendar o mistério da Menina M., Maria Thereza Lacerda pensou seriamente em pesquisar os porões da ditadura. Leu tudo o que foi revelado pelos presos políticos, porque ficou evidente que a Menina M. assistiu à morte da mãe e talvez, um dos carrascos, sem coragem de matar a criança, a tenha abandonado na Lapa, terra natal da família Lacerda.
Depois de tantas pedras pelo caminho, a escritora ainda se pergunta: onde estariam os pais e seus algozes? O crime aconteceu no esconderijo da família? Parentes que a reconheceram na capa da revista “O Cruzeiro” não ousaram aparecer?
Apesar da secreta esperança de restituir a Menina M. à sua família, Maria Thereza Lacerda renunciou ao projeto frente a uma persistente dúvida: “Mais uma vez, quem sabe, escapei de ser morta?”
Dante Mendonça (31/5/2009) O Estado do Paraná.

Um que eu tenho

Indispensável!

Original Beto Batata- 10 anos

Soruda san, Flávio Jacobsen e Octávio Camargo.
Foto de Vera Solda.
Moshe, judeu ortodoxo, fazia tempo que não dava umazinha. Então ele foi à zona e disse para a menina:
— Quanto você cobra?
— 100 "real".
— Muito caro....quequé isso? Muito caro!!!
— Então faço um descontinho pra você: 50 "real".
— Não, não.....eu só tenho 12 "real",
disse
Moshe.
— É muito pouco... por isso eu não dou...
— Então eu te dou 12 "real" e o meu celular.
A menina pensou, pensou e disse:
— Eu topo.
Terminada a transada, Moshe botou as calças e deu 12 reais para a moça, que reclamou:
— Ué.... e o celular?
— Ah, sim! 9614-9224.

Rá!

PhotoBucket.

Original Beto Batata - 10 anos

Foto de Lina Faria.

Tcham!

Rebecca Loos. Foto sem crédito.
Taxi Driver.
Já notaram?
Quem berra que é feliz às
suas custas sempre parece
ter orçamento muito baixo.

Benett

Gazeta do Povo.


Ibrahim Suelda

Carol Carvalho, Beto Bruel, Chico Nogueira, Edson Bueno, Felipe Hirsch, Nena Inoue, Rodrigo Fornos e Zeca Cenovicz. Foto de Misquici.
Cercada de escarpados promontórios cor âmbar, a ilha de Larsen não é, o que poderia parecer à primeira vista, uma ilha desabitada.
Tendo como base de sua economia a lã extraída da intensa e numerosa pecuária ovina, praticada ali desde os primeiros colonizadores, espalham-se pela grande ilha os incalculáveis rebanhos. Não é tão complexo assim imaginar, pois, o que seja, de Larsen, a paisagem.
Nos extensos campos onde a gramínea viceja constantemente aparada por ovelhas de todas as linhagens e tamanhos - das minúsculas scherer, o equivalente ovino dos cães chihuahua, às gigantes zanzibar, com o tamanho, e a soberba, dos pôneis selvagens, os rebanhos de Larsen é que conferiram à ilha uma singularidade.
O último relatório sobre ela, datado de uns dez anos atrás, introduziu um elemento de crueldade na até então pacífica paisagem: a assustadora proliferação de lobos, em Larsen. De modo que desconhecemos o destino atual da ilha. Relatos de piratas caribenhos, quase sempre fantasiosos, mas que acabam se propagando pelos mais distantes mares e continentes, revelam, contudo, que em Larsen há muitos anos não se vê uma ovelha sequer.
As derradeiras matilhas de lobos famintos vagam a ilha tomada pelo mato e a erva daninha, depois de devorarem todos os pastores, à caça agora das últimas ovelhas, justamente as mais difíceis de ser devoradas - as zanzibar, gigantes e ariscas, ainda maiores porque nunca mais tosqueadas, a corcovear feito enormes cabras bravias, nas escarpas de quase inacessíveis montanhas.
Por pura necessidade de sobrevivência desenvolveram o comportamento dos caprinos e chegam até mesmo ao cume dos arriscados promontórios, na sempre progressiva fuga aos lobos.
Sem saber que estes, de seu lado, já iniciaram o processo de autoextinção, devorando-se, entre si, não por malévolos, ou porque sejam lobos, predadores históricos, mas simplesmente porque não há mais nada com que matar a fome na quase deserta Larsen.
Acrescem os piratas que passaram rente aos promontórios cor de âmbar - e nunca temos certeza de que tudo não vá além da exuberante fantasia desses salteadores dos mares - que as ovelhas zanzibar é que devoram, agora, os lobos - a deambular, esquálidos e cambaios, pelos vales e montanhas da ilha de Larsen.
Wilson Bueno (31/5/2009) O Estado do Paraná.
Desenho de Cesar Marchesini.

Tiago Recchia

Los 3 Inimigos - Gazeta do Povo.

Cruelritiba: Devassa!

Foto de Lina Faria.

Rua das Flores

Dante Mendonça - O Estado do Paraná.

Poluicéia desvairada!

Acho que vi um gatinho.
Feras da Vila Madalena, SP.
Foto de Lee Swain.

Anote na agenda

O Duo Fukuda - Kiun vem se apresentando há vários anos e todo este tempo de experiência proporcionou uma sinergia extremamente criativa e poderosa, que consegue conduzir a platéia a um profundo mergulho na essência das peças. Técnica, criatividade e sensibilidade se imbricam para enaltecer o belo, resgatando o verdadeiro espírito dos movimentos musicais que deram origem às obras escolhidas. O programa foi elaborado no sentido de contemplar as obras mais significativas de 3 mestres de movimentos musicais distintos e que, pela sua grandiosidade, representam grandes desafios para este tipo de formação instrumental, quais sejam:

L. Beethoven - Sonata op.12 N 1 para violino e piano. G. Fauré - Sonata para violino e piano op. 13 em Lá maior. J. Brahms - Sonata para violino e piano op.108 em Ré menor.
Elisa Fukuda: Nascida em S.Paulo, iniciou os estudos musicais com seu pai, o violista Yoshitame Fukuda. Graduada pelo Conservatório Superior de Música de Genebra, Suíça, na classe de Corrado Romano, obteve o 1o Prêmio de Virtuosidade em 1975. Aluna de eminentes violinistas como H.Szering, A. Grumiaux, N.Milstein, sua formação foi complementada no Mozarteum de Salzburg com Sandor Vegh.
Na Europa, apresentou-se com várias orquestras, entre elas a Filarmônica George Enesco de Bucarest, a Orchestre de la Suisse Romande, a Orquestra de Câmara de Moscou. Realizou recitais na Rússia, Itália, Suíça, Espanha, Hungria e gravações na Rádio Suisse Romande.
Olga Kiun: Nascida na Rússia, é descende de uma tradicional família de músicos soviéticos. Estudou no conservatório Tchaikowski, com o consagrado pianista e professor russo Lev Oborin. Em Leningrado cursou seu doutorado sob a orientação de Pavel Serebriakov. O repertório da pianista Olga Kiun abrange desde os compositores do séc. XVII aos contemporâneos, com ênfase aos românticos. Tocou na Romênia, Bulgária, Polônia, Uruguai e Peru, apresentando-se pela primeira vez no Brasil em 1991, em Curitiba, onde se radicou posteriormente.
No Brasil, Olga atuou como solista nos mais conceituados grupos sinfônicos do país, tais como a Orquestra Sinfônica do Estado do Paraná, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra Nova Filarmônica (SP), a Orquestra Sinfônica de Campinas, a Camerata Antiqua de Curitiba e a Orquestra Sinfônica Paulista. Tendo trabalhado com, entre outros, os regentes Alceu Bocchino, Benito Juarez, Paulo Torres, Adriano Machado, Roberto Duarte, Lutero Rodrigues, Osvaldo Colarusso e Roberto Minczuck.

Duo Fukuda Kiun: violino e piano na Capela Santa Maria. Dias 03 e 04/06 as 20:30hs. Ingressos: 10,00 e 5,00 Dia 05/06 – Masterclass com as artistas Inscrições: 41 3262-0501 e 41 9133-6647.

Solda

O Estado do Paraná.

Maringa's camisetas

Foto de Newton Maciel.

Marco Jacobsen

Folha de Londrina.

Sábado, Maio 30, 2009

Tempo, tempo, tempo

Livreto da exposição 10ENHISTAS DE HUMOR DO PARANÁ, organizada especialmente para o Salão de Humor do Piauí. Solda.

Assim é, se me parece

Por trás de todo grande canalha, existe sempre
uma enorme quadrilha poderosa.

Acepipe iluminado - 32

— Mestre, como diferencias um idiota de
uma pessoa comum?
— Não diferencio.
— Por que não?
— Tu te tornarias uma pessoa comum.
Saboro Nossuco, do livro Koan Do Como Onde,
Bernúncia Ediora.

Tempo, tempo, tempo

Ibrahim Suelda

Rita, Vera Solda, Leila Pugnaloni, Catarina Velasco, Gianna Rolland e Ivan Justen. Foto de Lina Faria.
Maio, 30, 1265. Nasce Dante Alighieri, poeta italiano

Ibrahim Suelda

Giselle Hishida e Gilson Camargo.
Foto de Maringas.

Um que eu tenho

Quem é que faz essas fotos?

Uebas!

Foto sem crédito.

Cruelritiba: Ao Vencedor, as Batatas

Foto de Lina Faria.

Ibrahim Suelda

Lina Faria. Foto de Dóris Teixeira.
Desenho de Cesar Marchesini.

Todo mundo lá!

De Kroeg

Foto sem crédito.
Marlus Coelho é engenheiro civil. Presidente do Conselho de Administração da Esteio Engenharia, este curitibano da gema é ainda um músico que gosta de reunir amigos no completo palco/estúdio do porão de sua casa, tendo se apresentado ao violão num recente show em homenagem ao compositor Lápis. Sommelier do Centro Europeu, produz seus próprios vinhos (Cabernet Sauvignon) em São Joaquim (SC).

Sonho de outra profissão, o que seria:
Músico ou tenista profissional.
Dando a sexta-feira por finda, um fim de semana perfeito: Lugar romântico, comidinhas,vinho, música e ótima companhia.
Serra abaixo ou serra acima: Abaixo, no verão.
A mais bonita paisagem do Paraná: Cataratas do Iguaçu e Serra do Mar.
A mais bonita paisagem urbana de Curitiba: O pôr-do-sol visto da Avenida Nossa Senhora da Luz, onde moro.
Uma rua da cidade: A charmosa Comendador Araújo, onde nasci e me criei.
Um sábado de chuva: Vinho Vega Sicília, queijos, patê e geléia de damasco, com a mulher amada.
Um domingo de sol: Passeio nos parques , piscina, almoço em Morretes.
O que você não dispensa no inverno: Sauna, vinho e lareira.
O que você não dispensa em qualquer estação do ano: Noitadas com amigos em reuniões musicais.
O que é muito bom fazer sozinho: Passar a vida a limpo, reorganizar as idéias com música e uma taça de Amarone.
Uma música para ouvir hoje: “Eu Sei que vou te amar”, Tom Jobim
Outra para ouvir amanhã: Les Feuilles Mortes” (Autumn Leaves), Joseph Kosma e Jacques Prévert.
Um instrumento musical para tocar numa balada de sábado: Violão e teclado.
Um livro na estante: “O vendedor de Sonhos”, de Augusto Cury.
Um livro na cabeceira: “O Físico”, de Noah Gordon.
Um filme de ontem: “Les Uns et Les Autres”, de Claude Lelouch.
Um filme de hoje: “Fatal”, de Philip Roth.
Um retrato na parede: Fotos antigas.
Um lugar para iniciar o fim de semana: Barzinho com os amigos.
Um acepipe de boteco: Ostras, lulas e camarão abraçadinho.
O jantar no sábado: “Confit de canard” ou paleta de carneiro.
O almoço de domingo: Em casa, a tradicional macarronada, frango recheado e maionese.
Uma receita de estimação: Pudim de amêndoas, receita de minha avó portuguesa.
Nenhum, pouco ou bastante alho: O suficiente, harmonizado.
Uma sobremesa: Morangos flambados com sorvete, do Business Club.
Um copo para o espírito: Uma taça de vinho.Metade cheio, metade vazio: Sempre cheio.
Saudades de um sábado qualquer: Caminhada pelas ruas perfumadas de Paris.
Uma viagem: Um resort do litoral baiano.
Noite de domingo, o que lhe parece: Nostalgia, sensação de melancolia.
Há a perspectiva de segunda-feira, o que lhe dá preguiça: Nada. Ânimo para o trabalho e viver intensamente.
O que assusta embaixo da cama: O silêncio da escuridão da noite, povoada de intermináveis dúvidas e pensamentos.
Uma frase sobre Curitiba: Por sua gente educada, culta, inteligente e amiga, Curitiba é a melhor cidade do mundo para se viver.
Dante Mendonça (30/5/2009) O Estado do Paraná.

Quem é que faz essas fotos?

Hoje - Samba e feijoada

No almoço de sábado será servida uma feijoada (ou batata suíça para quem preferir) com direito a dois shows. O primeiro é com o grupo de samba Gente Boa da Melhor Qualidade que vai se apresentar às 14 horas. A segunda atração, que sobe ao palco às 17 horas, é o grupo Jacobloco - formado por 13 músicos da cidade – que apresenta um repertório que reúne clássicos do rock e da música brasileira em ritmo de samba com muita percussão. O resultado é uma celebração dançante e de alto astral. Lançamento do livro Koan Do Como Onde, de Saboro Nossuco, Bernúncia Editora. Original Beto Batata. Rua Prof. Brandão, 678, Alto da XV. Fone 41 3268 0840.

Benett

Gazeta do Povo.

Marco Jacobsen

Folha de Londrina.
Desenho de Cesar Marchesini.

Bisbilhotecando

A Bisbilhoteca tem a honra de convidá-los para o lançamento nacional e tarde de autógrafos do livro "A Tempestade" - tradução adaptada da obra de William Shakespeare por Liana Leão e ilustrada por Márcia Széliga.
Liana de Camargo Leão é professora de Literaturas de Língua Inglesa na Universidade Federal do Paraná, Brasil, onde leciona desde 1996. Tem diversos artigos publicados em coletâneas e revistas especializadas sobre Shakespeare. Organizou os livros Shakespeare, sua época e sua obra (2008) e Reflexôes shakespearianas (2006). Atua como revisora das traduções de Barbara Heliodora das Peças Completas de William Shakespeare (Vol. 1, 2007; Vols. 2 e 3 no prelo, Rio de Janeiro, Nova Aguilar. Tem diversos livros infantis publicados, entre os quais: A metamorfose de Lívio (2009), O livro das casas, O livro dos pés, O livro das cabeças, O livro dos corações, Julieta de Bicicleta, O menino e a colcha de retalhos, Violeta em revoada, e ainda um livro de filsofia para crianças: Diferentes: pensando conceitos e preconceitos.

Márcia Széliga é ilustradora e artista plástica, formada pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, com especialização em desenho animado na Polônia. Ilustrou diversos livros: Um montão de unicórnios, A Banda Polaca, Cadeiras, Griselma, Histórias mal-assombradas em volta do fogão de lenha, Curitiba - aqui, muito pinhão, Do céu ao céu voltarás, Julieta de bicicleta, O Perfume do mar, Diferentes, pensando conceitos e preconceitos, Teatrando e Colcha de Leituras. E escreveu e ilustrou o primeiro livro lançado pela Bisbilhoteca, em julho/2007: No Trilho do trem.

A programação do final-de-semana é a seguinte: Sábado, dia 30 de maio: 11h - As meninas da Cia Girolê alegrando nossa manhã! 15h às 18h - Lançamento e sessão de autógrafos do livro "A Tempestade" - sendo que às 16h haverá a dramatização de uma das cenas por Teofone e Jurubeba!
Domingo, 31 de maio: 16h - Visconde de Sabugosa nos contando as deliciosas histórias do Sítio! Esperamos por vocês!

Bisbilhoteca - Cultura Infanto-Juvenil, Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1166. loja A Bigorrilho - 41 3223 3038. Curitiba - PR.
www.bisbilhoteca.com.br

La modelo mejor pagada

La 'top' brasileña Gisele Bündchen encabeza la lista de las quince modelos mejor pagadas del mundo, según la revista Forbes. La brasileña más internacional vuelve a desbancar del número uno a la modelo inglesa Kate Moss, que aparece en tercer lugar. Bündchen, de 29 años, acumula una fortuna de 25 millones de dólares que se deben principalmente a varias campañas publicitarias de Versace, Dior y Ebel, así como a su colaboración con la marca de sandalias brasileñas Havaianas. En segundo lugar de la lista aparece la alemana Heidi Klum y en el cuarto y el quinto otras dos modelos brasileñas, Adriana Lima y Alessandra Ambrosi. Reuters.

Serviço de xarjincasa

Foto sem crédito.
Segundo a ciência, chega uma hora na vida – aquela hora em que a gente começa a usar essa expressão – que o metabolismo começa a racionar os combustíveis vitais. As glândulas recebem telefonemas das farmácias dizendo que podem resolver as tarefas por elas, e elas se aposentam aqui e ali no organismo. O que a ciência omite é que, a partir de uma idade, o próprio corpo, para se adaptar à ordem natural das coisas (vulgo degeneração), passa a processar outras substâncias desumanas.
Vamos ao delivery interno: primeiro, se é tomado por irritagina e implicancina, que afetam a sociabilidade. Ainda há chance de reagir, se não aparecer o desconfiogon. Aí é melhor evitar as multidões. Para produzir a apatia, o desmotivol e a conformina entram a mil na corrente sanguínea, paralisando pernas e braços, que vão agir em combinação com adiasina, e você deixa tudo pra depois. É uma situação propícia para acumulação de altos teores de comodismônio e sofatrona, que fixam o sujeito da porta pra dentro.
Com o tempo, o cérebro cede e de lá jorram fluidos amargurogênicos, com efeitos azedumetróficos. Então, assim condicionados, dos testículos e dos ovários brota a desinteresexona, com níveis mais elevados ao anoitecer e picos justamente na posição horizontal. Já sem compensações, o corpo sucumbe e é inevitável uma overdose de morticidrina. Quer dizer, a endocrinologia está devendo um comentário sobre esse quadro.

Dibujo

Multidões

Vamos chutar o pau da barraca!

Na moldura

Roh Moo Hyn. Toda família coreana tem um louquinho trancado no porão.

Tiago Recchia

Los 3 Inimigos - Gazeta do Povo.

Gênio

Uebas!

Faça propaganda e não reclame

Tiago Recchia

Gazeta do Povo.

Maringa's camisetas

Foto de Newton Maciel.

Tcham!

Kristin Cavallari. Foto sem crédito.
Taxi Driver.

Paixão

Gazeta do Povo.

Em casa

Participei de uma mesa-redonda de ficção científica. Éramos cinco palestrantes, eu incluído. Quatro deles abancaram-se diante dos microfones e abriram com nonchalance seus reluzentes notebooks. A coordenadora me perguntou: “Sua palestra não tem apresentação multimídia?”. Meio encafifado, admiti que não. Ela sorriu com simpatia: “Ah, claro, você é da Paraíba...” Levei a mão à peixeira, que felizmente ficara na Paraíba trinta anos atrás; e sorri.

O primeiro palestrante levou 15 minutos tentando enviar seu PowerPoint para o telão. A coordenadora tentou ajudá-lo, ela clicava numa coisa, ele clicava noutra, e a tela permanecia azul como um céu de primavera. Veio um técnico, que mexeu aqui, acolá, reiniciou o computador... Conferenciaram em voz baixa e comunicaram à platéia que era um problema de configuração. O palestrante desligou o laptop, tartamudeou algumas coisas e passou a palavra. O computador da segunda palestrante, influenciado pelo primeiro, também recusou-se a obedecer. Com o rabo de olho eu percebi que ela tamborilava no touch-pad quando ficava impaciente, o que arremessava a tela noutra direção.

O problema do terceiro palestrante resistiu inclusive ao desplugamento do cabo e replugamento com as cabeças invertidas. E o notebook do último funcionou que foi uma beleza assim que foi ligado, chegando a arrancar aplausos tímidos mas espontâneos da platéia. Ele projetou cerca de quinze imagens acompanhadas de texto. Apontava a imagem no telão, e lia para a platéia o texto que havia embaixo, enquanto a platéia seguia obediente a leitura, movendo os lábios em silêncio. Quando ele acabou, era minha vez. A coordenadora da mesa me sussurrou, agitada: “Sr. Tavares, devido aos problemas técnicos e ao adiantado da hora, o senhor vai dispor de apenas dois minutos para sua comunicação”. Eu tinha, como sempre, preparado uma palestra de uma hora, mas não me fiz de rogado.

Falei que um tema clássico da ficção científica é o da Tecnologia Órfã. Chamamos de Tecnologia Órfã a toda aquela que sobrevive à geração que a idealizou e construiu, e que sabia como pô-la em funcionamento. O escritor Gene Wolfe, por exemplo, já nos advertiu de que dentro de mais 50 anos seremos incapazes de mandar um homem à Lua, porque as pessoas que o fizeram uma vez e sabiam como fazê-lo já estarão todas mortas. A obsolescência, substituição e renovação de tecnologias estão acontecendo num ritmo ótimo para os fabricantes, que vendem cada vez mais, mas péssimo para os usuários. Não há tempo para consolidar know-how e interligar os processos culturais que acompanham a convivência com aqueles instrumentos. Como dizia Belchior, “o que há algum tempo era novo e jovem hoje é antigo”. Desaprendemos as coisas antes mesmo de tê-las entendido por completo. Temos dinheiro para comprá-las, mas não temos tempo de ler o manual para entender como as malditas engenhocas funcionam, nem de saber para que servem. Boa noite a todos.

Solda

O Estado do Paraná.

Na Capa

Edição nº 17.578, sábado, 30 de junho, 2009.

Marasmo!

Solda

O Estado do Paraná.

Poluicéia desvairada!

Cão Zarrão II.
Feras da Vila Madalena, SP.

Foto de Lee Swain.

Sexta-feira, Maio 29, 2009

Desenho de Cesar Marchesini.

Dibujo

Desenho de Miran, el maestro.

Tcham!

Charlotte Gainsbourg. Foto sem crédito.
Taxi Driver.

Charge antiga

Publicada n' O Estado do Paraná.

Quem é que faz essas camisetas?

Foto sem crédito.
Esse mau cheiro é absolutamente normal. Jogaram merda no pântano político.

Viver é prejudicial à saúde (Jamil Snege)


é preciso que se morra
mas que se morra aos poucos
devagar
dentro do horário
com cautela
sem onerar o erário
é preciso morrer
na disciplina protocolar
parar de respirar
sem nenhum comentário
morrer
é muito particular
solda

Melanie y Antonio cenan con Obama

El actor español Antonio Banderas y su esposa, Melanie Griffith, asistieron el miércoles pasado a una cena en Los Ángeles para apoyar al Partido Demócrata, en la que coincidieron con el presidente de Estados Unidos, Barack Obama. Al acto, en el que los invitados tuvieron que pagar 21.000 euros por cubierto, acudieron también Kiefer Sutherland y Steven Spielberg, entre otros. Reuters.

Um que eu tenho

Aquele que tem ouvidos para ouvir, ova!

Maringa's camisetas

Foto de Newton Maciel.
Foto sem crédito.
Maio, 1991 - O presidente americano, George Bush, propõe a proibição de programas de armas nucleares no Oriente Médio.

Vai lá!

De Kroeg

Gravando

Técnicos da TV Paranaense preparam a repórter Malu Mazza para entrevista com Toninho Vaz, nosso correspondente em Santa Teresa. Eles conversaram sobre dois temas literários: Paulo Leminski e Villa-Lôbos, personagens retratados por ele em biografias (a do maestro está em andamento). As entrevistas vão ao ar em junho, no Canal 12. Foto de Daniel Farias.

Dibujo

Desenho de Orlando Pedroso.

Tcham!

Quem é que faz essas fotos?

Acepipe iluminado - 41

— Vocês não se esforçam o suficiente!
— Quanto é o suficiente, Mestre?
— Vou me esforçar ao máximo para lhe
explicar!
— É tão difícil assim?
— O suficiente.
Saboro Nossuco.

Benett

Gazeta do Povo.

Quem é que faz essas estantes?

Foto enviada por Orlando "El Flintstone"
Pedroso.

Assim é, se me parece

Foto sem crédito.

Romeu e Julieta, últimos dias

Uebas!

Foto sem crédito.

Tiago Recchia

Los 3 Inimigos - Gazeta do Povo.

Tempo, tempo, tempo

Minha primeira exposição no Original Beto Batata, 2002. Capa do livreto "Tirando de Letra", cartões postais, projeto gráfico ArtOfficeDesign. Solda.

Ibrahim Suelda

Eu e elas, elas e eu: Maria Rafart, Soruda san e Pryscila Vieira. Foto de Vera Solda.

Tiago Recchia

Gazeta do Povo.

Cruelritiba: Cidades Invisíveis

Foto de Lina Faria.

Leite faz bem aos olhos

Uma década de batata e cultura

Restaurante Beto Batata comemora dez anos e promove
exposição, shows e lançamento de livros

“No fundamento da gastronomia, tratamos da cultura que envolve o ato de alimentar que vai desde o ambiente até o atendimento”. Assim o restaurateur Robert Amorim, o Beto Batata, define a filosofia de seu restaurante que comemora nesta sexta-feira, dia 29, dez anos de funcionamento. Nesse período o Espaço Cultural Beto Batata (R. Professor Brandão, 678 – Alto da XV) sempre teve uma proposta diferenciada oferecendo aos seus clientes não apenas a gastronomia mas, também, um cardápio cultural variado que inclui exposições, música e literatura.
A celebração do décimo aniversário reafirma essa atitude e neste fim de semana está programada uma intensa programação para dar início às comemorações de uma década de batata e cultura. A festa começa na sexta-feira, dia 29, às 18 horas com a abertura da exposição fotográfica, Reconstrução da Europa, com cerca de 1000 fotografias de Robert Amorim, selecionadas pelo artista plástico João Osório Brzezinski. As imagens retratam uma viagem que os dois fizeram há um ano para a Europa passando pela Dinamarca, Alemanha, Finlândia, Rússia, Estônia, Suécia, França, Inglaterra e Holanda. “O título remete a forma como eu selecionei as imagens, não levando em conta a divisão política dos países, mas sim a seleção de cores. Assim em dez dias busquei afinidades cromáticas e as fotos mudam de baixo para cima. Começa em tom de verde, depois aparecem outras cores e pessoas até terminar no céu sem presença humana”, explica o curador.
Brzezinski conta que sobraram na seleção mais de três mil fotos que estarão a venda como “Despojos”. A idéia é que cada cliente que se interessar pode pegar uma foto em troca de qualquer quantia para ser depositada numa caixa lacrada ao lado. A renda final será revertida integralmente para o Instituto Paranaense de Cegos.
Na mesma noite serão realizados dois lançamentos artístico-literários. O primeiro é o livro de arte Sonhos, com 70 imagens das obras de Raul Cruz (1957-1993) a maior parte da produção da década de 80, organizadas pelo seu irmão Luiz Alberto Borges da Cruz, o Foca. O trabalho vem encadernado numa edição de luxo e será vendido no local por R$50. Outro lançamento é do livro o KOAN DO COMO ONDE, com poemas de Antonio Thadeu Wojciechowski que, segundo o autor é “uma obra que não diz a que veio, mas que vai, vai”. O livro custará R$ 20.
Samba e feijoada
No almoço de sábado será servida uma feijoada (ou batata suíça para quem preferir) com direito a dois shows. O primeiro é com o grupo de samba Gente Boa da Melhor Qualidade que vai se apresentar às 14 horas. A segunda atração, que sobe ao palco às 17 horas, é o grupo Jacobloco - formado por 13 músicos da cidade – que apresenta um repertório que reúne clássicos do rock e da música brasileira em ritmo de samba com muita percussão. O resultado é uma celebração dançante e de alto astral.
O restaurateur Robert Amorim, o Beto Batata, conta que esse final de semana é o início de uma comemoração que se estenderá ao longo de todo o ano. “Nós começamos com fotografia, poesia, artes plástica e música. Linguagens que vêm ao encontro da proposta do Espaço Cultural para o público, principalmente, aos paranaenses. Quem chega aqui sabe que vai encontrar um porto seguro para todas as linguagens culturais, seja ela por meio de apresentações musicais, exposições fotográficas ou em lançamentos de obras que promovem a democratização do conhecimento dos grandes nomes da cultura brasileira”, comenta.
Serviço: Dez Anos de Beto Batata. Exposição Reconstrução da Europa, com fotos de Robert Amorim, sob curadoria de João Osório Brzezinski. Lançamento do livro Sonhos, com obras de Raul Cruz, organizado por Foca. Lançamento do livro o KOAN DO COMO ONDE, com poemas de Antonio Thadeu Wojciechowski. Nesta sexta-feira, dia 29, às 18 horas no Espaço Cultural Beto Batata (R. Professor Brandão, 678). Entrada franca.
Mais informações e entrevistas:
RB – Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne (41) 9145-7027

Ibrahim Suelda

Fábio Silvestre, Pryscila Vieira e o Polaco da Barreirinha, Thadeu Wojciechowski. Foto de Grimaldi, el ítalo-argentino.

Uebas!

Marco Jacobsen

Folha de Londrina.

Dibujo

Foto de Vera Solda.
Como deve ser numa festa de polaco, o escritor Thadeu Wojciechowski vai lançar durante três dias seguidos seu mais novo livro Koan do Como Onde, assinado por Saboro Nossuco, alter ego de Wojciechowski, o Guru da Barreirinha. Na mistura de rollmops com algodão doce, filosofia e poesia, resta uma saborosa obra salpicada de fino humor.

Antes que alguém pergunte, Thadeu explica que “Koan”, no Zen-Budismo, é narrativa, diálogo, exposição de questões inacessíves à razão. Um koan famoso pergunta: “Batendo duas mãos uma na outra temos um som; qual é o som de uma mão?”. Também músico e compositor, com certeza Thadeu Wojciechowski tem várias respostas na ponta da língua, afiada com poesia, para este “koan” de tradição oral.

Quanto à origem de Saboro Nossuco, o Guru da Barreirinha que se confunde com o próprio Thadeu Wojciechowski, sua sucinta biografia é tibetana: “Para o Dalai Lama, Saboro Nossuco nasceu por obra e graça de um espírito santo zombeteiro. E por causa desta má influência, na infância, foi um verdadeiro capeta. Matava passarinho, soltava balão, fazia malcriação com as menininhas, roubava dinheiro das capelinhas, enfim, tinha mais pecado na alma que população na China. Mas um dia, Dalai Lama não sabe exatamente quando, Saboro sentiu-se bem bonzinho. E virou um amor de pessoa. Hoje no seu modesto templo, situado na Barreirinha, faz verdadeiros milagres para sobreviver”.
A seguir, alguns ensinamentos oriundos da Barreirinha:
***
Jesus vivia com fome:
—Tem pão, mãe?
E Maria sempre lhe dava um belo naco. Jesus pegava e saía correndo que nem louco. Maria ainda o avisava dos perigos, mas Jesus nem dava bola.
À noitinha, quando Jesus voltava para casa, ela perguntava:
— Onde estiveste, filho?
E ele, bocejando: — Por aí, mãe!
E caía duro na cama, dormindo. De manhãzinha, Maria acordava e Jesus já tinha se mandado. Maria punha a mão sobre o coração e rezava por ele, preocupada.
Um dia, Jesus demorou demais e ela pediu a José que fosse procurá-lo. José, meio a contragosto, foi e encontrou-o no meio do caminho:
— Tua mãe tá preocupada.
— Por quê?
— Ah, sei lá!
— Ela não entende.
— O que, filho?
— Que meu pai me deu novas atribuições.
— Eu?
— Ah, deixa pra lá, pai!
***
— Mestre, dá para tapar o sol do sofrimento com a peneira da felicidade?
— Não é possível.
— Mas a ilusão às vezes faz bem...
— Não é possível.
— Então devemos crer que viver é sofrer?
— Não é possível.
— Mas se nada disso é viável, a morte então é a única saída.
— Não é possível.
— Fiquei confuso, mestre.
— Agora tudo é possível!

***

— Mestre, o que tenho que fazer para me tornar um sábio?
— Quando?
— Agora mesmo, por exemplo.
— Risca a palavra sábio do teu dicionário.
— Risquei, mas não me sinto um sábio.
— Verifica então se nele consta “ignorante”.
— Sim está aqui “aquele que ignora, que não sabe”.
Assim Mestre Kua Huo passou manhã, tarde e boa parte da noite. Encadeando centenas de palavras, na busca de uma possível resposta para a primeira pergunta de seu discípulo Um Lin que, no outro dia, cedinho, já está batendo na sua porta.

— Mestre Kua Huo!?
— Sim. Ah és tu, Um Lin! Que desejas?
— Mestre, o que tenho que fazer para não fazer perguntas idiotas?
— Evitar a garubalha.
— ...?
— Vai, pega o dicionário!

***
— Mestre, como diferencias um idiota de uma pessoa comum?
— Não diferencio.
— Por que não?
— Tu te tornarias uma pessoa comum.

***

— Mestre, a solidão é um bem ou um mal?
— Neste momento, seria um bem.

***
O lançamento de Koan do Como Onde, de Saboro Nossuco (Thadeu Wojciechowski) acontece hoje, amanhã e domingo no Original Beto Batata, na Rua Prof. Brandão, 678. (Editora Bernúncia, 116 páginas, R$ 20).
Dante Mendonça (29/5/2009) O Estado do Paraná.

Cia dos Quatro

Teatro Odelair Rodrigues, Rua Sete de Setembro, 2436. Dias: 5,6,7,12,13 e 14 de junho. Sexta e sábado: 21hs. Domingo: 19hs.
(Depois do Murphy, do Millôr e de mim
mesmo)
Quanto mais absorvente é um filme, mais
chances haverá de um celular tocar durante
a sessão. Se o filme for do nosso maior interesse,
o celular tocará mais perto da gente.

Se achamos que os nossos filhos andam
em má companhia, provavelmente os pais
dos amigos dos nossos filhos acham
a mesma coisa.
Numa casa cheia de adolescentes,
a louça suja empilha na pia na razão direta
do cansaço da mãe ao chegar tarde
do trabalho.
O desemprego de um chefe de família
tende a se estender de acordo
com a fertilidade da sua mulher.
A proibição prolongada para uma filha
não fazer tatuagens ou piercings será o fator
mais decisivo para ela vir a namorar
o tatuador.
Muita coisa que é nociva às crianças na tv
passaria despercebida se os pais
não as alarmassem tanto diante da coisa.
Casais jovens não conseguem
romper relacionamentos
Enquanto uma gravidez não acontece.

A pirataria de CDs passa temporadas
sem ser ameaçada, até que você topa
o convite de um cunhado para um
negocinho aí.
Mais cedo ou mais tarde,
os assaltantes mais nervosos e os assaltados
mais reativos se cruzam.
Todo carro relutantemente emprestado
ao filho tem no porta-luvas um seguro
vencido no dia anterior.

O game que os pais compram de surpresa
para um filho é sempre uma ou duas gerações
atrasadas e do gênero que ele menos gosta.

Etc.

Serviço de xarjincasa

Vós que me ledes, caros leitores, deveis saber que um sujeito na minha posição recebe uma quantidade enorme de poemas. São livros, revistas, emails, o escambau. Uma tendência que tenho observado nos poetas de hoje é o uso dos pronomes “tu” e “vós”, geralmente de maneira equivocada. A segunda pessoal do plural é uma área pronominal em franco desuso e decadência, só chamada a intervir quando se trata de discursos parlamentares, ofícios burocráticos ou romances históricos. Aí pergunto: por que motivo, caros colegas, insistis em usar esses pronomes, quando torna-se evidente que não tendes a menor familiaridade com eles?
Acho que a principal razão para que lanceis mão de um tratamento tão obsoleto é o afã de conferir ao vosso discurso um tom de nobreza, de pompa, um vocativo formal e hierático capaz de evocar ao leitor um tempo ido, um mundo passado onde as fórmulas de respeito não eram mero clichê retórico. Procurais assemelhar-vos (mesmo que estilisticamente) aos protagonistas dessa era remota, porque percebeis (e repelis) o tom escrachado e frívolo dos tratamentos de hoje, com sua galhofa impudente, sua fingida intimidade entre interlocutores. Entendo e aceito, mas advirto: examinai bem vossas Gramáticas empoeiradas, recorrei ao Google quando necessário, insisti junto aos mestres, mas tende piedade dos leitores mais sensíveis.
Dias atrás li um poema que dizia assim: “Ide, poeta! Consintais que a vida te procure!” Meu caro e anônimo autor! Estás tão dividido e dilacerado quanto aquela dupla de irmãos siameses indo ao Fla-Flu no Maracanã. Ou bem te diriges ao poeta com a intimidade propiciada pelo “tu”, ou com o distanciamento e respeito implícito no “vós”. E olha que ainda estamos apenas no plano da intenção inicial, porque a forma usada no teu verbo, “consintais”, salta da frase como o bigode da Mona Lisa de Marcel Duchamp. Estuda! Treina os verbos mais traiçoeiros. Inventa para ti próprio um exerciciozinho como este, destinado a flexionar teus neurônios gramaticais. Tu os tens, e não são poucos. Precisam apenas de algo que só tu lhes podes fornecer: exercício. Mas não vás adiante de ti mesmo. Usa apenas o que sabes usar. O poema não é o território adequado para tentares pela primeira vez um tipo de elocução ao qual não te acostumaste. Consola-te pensando que todo mundo erra, eu primeiro que todos.
Vou mais além. Vós todos, Brasil afora, que vos acostumastes à estreita gama de tratamentos da linguagem coloquial da indústria-de-massas, devíeis freqüentar de quando em vez um “spa” com o nome de “Seminário de Português Aplicado”, do qual só sairíeis quando soubésseis conjugar, na ponta da língua, os verbos mais abstrusos. Mas se achais (como bem podeis) que tudo isto não vale a pena, basta continuardes empregando o feijão-com-arroz do você e do vocês. Não são anti-poéticos. Qualquer coisa pode ser poética, se souberdes usá-la com beleza, propriedade, criatividade, e, acima de tudo, bom-senso.
Braulio Tavares

Playboy - 1970

Avis Miller. Foto sem crédito.

Solda

O Estado do Paraná.

Hoje, Luiz Gê

HQMIX Livraria. Praça Roosevelt, 142, Centro, São Paulo, fone 11 3328 7740. Dani e Gual esperam por todos vocês. Mandem bala!

Paixão

Gazeta do Povo.

Poluicéia desvairada!

Cão Zarrão I.
Feras da Vila Madalena, SP.

Foto de Lee Swain.

Solda

O Estado do Paraná.

Quinta-feira, Maio 28, 2009

Ibrahim Suelda

O paulista Soruda san e o ítalo-argentino Roberto Grimaldi, ontem, na exposição de Amely, de Pryscila Vieira, no Centro de Criatividade. Foto de Ana Carolina.

Tempo, tempo, tempo

Billy, The Kid.

Cruelritiba: Trio Ornamental

Foto de Lina Faria.

Gênio

Rio de Janeiro, 28 de maio de 1913,
13 de julho de 1973.

Acepipe iluminado - 34

— As estrelas estão todas aí há muito tempo,
né, Mestre?
— Não sei, acabei de chegar.

Saboro Nossuco, do livro Koan Do Como Onde, Bernúncia Editora, que será lançado nos dias 29, 30 e 31 de maio no Original Beto Batata. Imperdível!

Uebas!

Assim rasteja a Humanidade

"Para certos políticos brasileiros, a vida pública é a continuação da privada". Barão de Itararé.
Uma das espécies em extinção neste início de século é a nobre figura do livreiro, o abnegado comerciante que vende o artigo mais difícil de vender-se. O livreiro é um herói, o zelador da civilização, conforme escreveu Monteiro Lobato neste texto clássico que segue abaixo.
“Entre os mais humildes comércios do mundo está o do livreiro. Embora sua mercadoria seja a base da civilização, pois que é nela que se fixa a experiência humana, o livro não interessa ao nosso estômago nem à nossa vaidade. Não é portanto compulsoriamente adquirido. O pão diz ao homem: ou me compras ou morrerás de fome. O batom diz à mulher: ou me compras ou te acharão feia. E ambos são ouvidos. Mas se o livro alega que sem ele a ignorância se perpetua, os ignorantes dão de ombros, porque a própria ignorância é sentir-se feliz em si mesma, como o porco em sua lama.”
“E, pois, o livreiro vende o artigo mais difícil de vender-se. Qualquer outro lhe daria maiores lucros; ele o sabe e heroicamente permanece livreiro. E é graças a essa generosa abnegação que a árvore da cultura vai aos poucos aprofundado as suas raízes e dilatando a sua fronde. Suprima-se o livreiro e estará morto o livro e com a morte do livro retrocederemos à idade da pedra, transfeitos em tapuias comedores de pau podre.”
“A civilização vê no livreiro o abnegado zelador da lâmpada e em que arde, perpétua, a trêmula chamazinha da cultura.”
***
Monteiro Lobato só não preconizou que o zelador da lâmpada se extinguiria antes que a chama. Escrita num antanho em que o governador Bento Munhoz da Rocha trocava figurinhas com José Ghignone na porta da livraria, a oração do visionário de Taubaté nos remete ao livreiro Aramis Chain. Dos últimos abnegados comerciantes de cultura que ainda vendem seus produtos pessoalmente, na porta da livraria, Chain sabe por quê nunca mais vimos um governador trocar figurinhas com um livreiro:
“Os líderes brasileiros leem? Os senadores do Brasil leem? A liderança é muito importante. O pai em casa sequer leva o jornal para os filhos. É muito importante discutir um texto em casa. Perdemos muito tempo cuidando de cachorro. Poderiam dar um pouco de tempo para um livro. Veja como ocorre uma deformação do tempo das pessoas. O livro está pedindo: onde está o leitor?”
Se o presidente nunca foi visto na porta de uma livraria, o governador nunca foi fotografado com um livro na mão, o que devem estar lendo estes senhores?
Chain tem a resposta, exemplo a quem devia dar exemplo: “O povo brasileiro está doente. Por isso, o grande fenômeno de livros de autoajuda está em grande evidência, pois com certeza é um povo doente que está procurando encontrar uma bengala e uma cura para todas as suas dores de cotovelo”.
Os zeladores da lâmpada estão em extinção. Instituições como José Ghignone e Aramis Chain deviam ser tombadas para o bem do patrimônio afetivo da cidade.
Dante Mendonça (28/5/2009) O Estado do Paraná.

Um que eu tenho

Derrick Harriott. Vale a pena conferir.
Não é, Julio Covello?

Assim é, se me parece

Blues Velvet Bar

Nova casa noturna estimula a produção local aliando cinema, música, teatro e artes plásticas. Com um novo conceito, o Blues Velvet Curitiba Jazz é inaugurado nesta sexta-feira e fomenta a cidade concentrando vários tipos de cultura num único lugar e promovendo a interação entre artistas e seu público.
Depois de três anos de sucesso em Florianópolis, o Blues Velvet abre suas portas na capital paranaense trazendo música, artes plásticas, cinema e teatro de cabaret. Sua proposta principal é o jazz, mas oferece também exposições e alia outros gêneros musicais como blues e música brasileira. Com inauguração marcada para esta sexta-feira, dia 29/05, e com música ao vivo de segunda à sábado, o Blues Velvet Curitiba Jazz vai trazer um pouco do calor da Ilha da Magia para Curitiba. Quem abre é o JazzMaia Trio, que fará parte da agenda com um convidado especial – dessa vez o convidado é o saxofonista Alexandre Macedo.
Conhecido pelo público catarinense e com cinco indicações ao prêmio Veja Melhores de Santa Catarina, o objetivo do Blues Velvet, segundo seu proprietário Gil Vicente, é “tornar-se um núcleo ativo de cultura fomentando o consumo do jazz, que está em alta na cidade”. Por isso, o bar traz a cultura em forma de música, pintura, fotografia, teatro e cinema. Com tudo isso concentrado em um bar, também promove a interação social e instiga a produção local. “Além disso, vai aproximar artista e público”, acrescenta Gil Vicente. A programação será divulgada através do jornal Blue, projeto que também será um dos braços da casa que traz um novo conceito de bar para Curitiba.
Cinema: Experiência que já deu certo em Florianópolis.
O Blues Velvet Florianópolis promove frequentemente exibições de filmes e produções locais. Isso se deu em virtude da parceria que fez com a Cinemateca de Santa Catarina e a Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) e vai fazer exatamente o mesmo aqui em Curitiba. Com negociações em andamento com a Cinemateca e algumas universidades da cidade, em breve começará a exibir produções paranaenses.
Programação de inauguração: Sexta, 29/05: JazzMania Trio convida ALexandre Macedo: O trio é formado pela já renomada e conhecida pianista Marilia Giller, o baxista Allan Giller Branco e o baterista Ian Giller Branco. O estilo híbrido do trio transparece nas composições que mesclam jazz e rock e traduzem o mix urbano da cidade de Curitiba. O trio também explora em seu repertório o universo de compositores como Tom Jobim, Miles Davis, Chick Corea, John Coltrane, Hermeto Pascoal, entre outros. JazzMania convida o saxofonista Alexandre Macedo para a noite de inauguração.
Sábado, 30/05: Saul Trumpet é referência e sinônimo de boa música, brasilidade, simpatia, amizade. Possui 2 CDs gravados, atualmente preparando seu terceiro CD, Saudade. Seu lançamento no mês de Julho de 2009. Também elabora um livro sobre improvisação de jazz, também previsto para este ano. Já foi homenageado com o prêmio que leva seu nome, e que já chega à sua oitava edição com enorme sucesso, sendo o único prêmio da música paranaense, o qual não só condecora músicos, mas também programas televisivos, as rádios e estabelecimentos noturnos do Paraná.
Programação Fixa Blues Velvet: Segunda-feira: Mostra de Cinema e Show de Cabaret Terça-feira: Experimental Jazz, Quarta-feira: Mix, Quinta-feira: Música Brasileira Sexta-feira: Modern Jazz, Sábado: Traditional Jazz.
Serviço:
Blues Velvet Curitiba Jazz, Rua Trajano Reis, 314, telefone: 41 3538 3275

Charge antiga

Publicada n' O Estado do Paraná.

Rá!

PhotoBucket.

Benett

Gazeta do Povo.

Herr Doktor

Amigos, na sexta, dia 29 de maio, às 21:30h, no Full Jazz Bar (Rua Silveira Peixoto, 1297, Batel) outra performance do "Doktor Schaufe Experience", com Celso Loch e Orlando Comandulli, com o melhor NuJazz da cidade. Façam suas reservas pelo telefone 41 3312 7000."Recycle the World", "NuJazz makes Jazz fun again". Abraços musicais. Celso Piratta Loch.

Quem é que faz essas fotos?

Scarlett se viste como española

La nueva campaña Otoño Invierno de Mango tiene una cara nueva: nada menos que la de Scarlett Johansson, que se convierte esta temporada en la imagen de la marca de moda española, relevando a su predecesora, Penélope Cruz. La actriz española ha representado a la marca durante las últimas cuatro temporadas, pero antes ya lo habían hecho modelos de la talla de Milla Jovovich, Lizzy Jagger, Karolina Kurkova, Naomi Campbell, Eva Herzigova, Inés Sastre, Claudia Schiffer, Christy Turlington, Diane Kruger y una larga lista a la que ahora se une la rubia musa de Woody Allen. Mango.

Toninho Vaz

Ela

Tiago Recchia

Los 3 Inimigos - Gazeta do Povo.

Quem é que faz essas fotos?

A Assessoria de Imprensa da Presidência da República separa o joio do trigo. E esconde o joio debaixo do tapete. Tirem o cavalinho da chuva.

Serviço de xarjincasa

Era um sujeito detestado pela própria quadrilha. E com razão: ele sempre exigia que a maior parte do dinheiro fosse depositado na sua conta.

Tiago Recchia

Gazeta do Povo.

Vamos chutar o pau da barraca!

Tcham!

Natacha Amal. Foto sem crédito.
Taxi Driver.

Maringa's camisetas

Foto de Newton Maciel.

Faça propaganda e não reclame

Campanha da agência Ogilvy Frankfurt, na Alemanha, para a Associação Internacional de Direitos Humanos.

Chica de hoy

Dizem que a cada minuto nasce um idiota.
Mas o problema do mundo não é esse.
É: a cada segundo nasce um espertalhão.

Marco Jacobsen

Folha de Londrina.

Dibujo

Passeio musical no Jokers

Divulgação
Foto de Rafaelle Mendes.
Dois dias que o público curitibano pode ouvir um som eclético que passeia do funk ao samba rock. Essa é em resumo a proposta musical do Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro Histórico) com atrações bem distintas nesta quinta-feira, dia 28, e sexta feira, dia 29. A programação começa com a apresentação do grupo miniSTEREO GROOVES e a participação especial de Rhossi, ex-vocalista da banda Pavilhão 9. No dia seguinte é a vez do Real Coletivo Dub e a banda Locomotiva Duben.
Rhossi, que faz participação especial na noite de quinta-feira, é conhecido nacionalmente por ser o fundador e vocalista do Pavilhão 9, banda que lançou em toda sua carreira, 6 CD's e vendeu mais de 300 mil cópias, e por ser o pioneiro da mistura do Hard Core, com o Hip Hop no Brasil. O cantor - que também é compositor - se prepara para lançar seu primeiro CD solo, com as músicas inéditas apresentadas no show Primeira Prova, titulo do álbum lançado em 2008.
Rhossi já fez participações em CD's e shows de renomados grupos e músicos, como O Rappa, Reggae B, Paralamas do Sucesso, Black Alien, Cabal, Carlinhos Brown, entre outros, além de festivais de repercussão nacional e internacional como: Rock in Rio (2001), Festival de Verão de Salvador(2006), RecBeat (2006) e Mada (2006), levando aos fãs grandes sucessos de sua carreira, junto com a banda Pavilhão 9.
Sexta

As atrações da noite de sexta são o Real Coletivo Dub e a Locomotiva DuBen. Este último é um coletivo musical, que não se resume somente a produção sonora. Composta basicamente por oito amigos, a banda é o ponto de partida para que os integrantes ponham em pratica suas atividades paralelas, como a fotografia, produção de vídeos, design e também os esportes de ação. Sempre agregando valores trazidos dessas atividades, para que a música possa se tornar cada vez mais forte.
Formada por Carlo Garofani (baterista), Raul Bertoli (baixista), Dax Seden (guitarrista), Pedro Campos (guitarrista), Rafael Rocha (Dj, sintetizador e programações), Lucas Ajuz (vocal e percussão) e João Gabriel Borghi (pianista, arranjador e compositor), a Locomotiva busca como objetivo tocar simplesmente pelo prazer que a música proporciona. DuBen é uma referência as influencias mais diretas como a energia de Jorge Ben juntamente com a psicodelia dos sound systems jamaicanos que popularizaram o Dub na década de 60.
Serviço:
Show com MiniStereoGrooves + Dj Caê Selector e participação especial de Rhossi (ex-Pavilhão 9). Nesta quinta-feira, dia 28, a partir das 22 horas, no Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro Histórico). Ingresso masculino: Livre até 20h30 / após R$ 10. Discotecagem DJ Ronypek. Reservas fones 41 33 24 23 51 ou 30 13 51 64.
Show com Real Coletivo Dub a banda Locomotiva Duben. Nesta sexta-feira, dia 29, a partir das 22 horas, no Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro Histórico). Ingresso masculino: Livre até 20h30 / após R$ 10. Discotecagem DJ Ronypek. Reservas fones: 41- 33 24 23 e 51 ou 30 13 51 64.
Mais informações e entrevistas:
RB Escritório de Comunicação
Bárbara Magalhães - 41 3363-7759

Álbum

Foto de François Benveniste.